Festival de Vampiros – Livros Vampíricos #2

Apresentei, no último post, livros de vampiros que não havia lido, porém, guiando-me pelas editoras. Agora, apresentarei aqui livros me guiando por autores nacionais que estão dando o que falar. Espero que gostem ! Boa leitura !

A Caçadora


Sinopse : Jéssica tinha uma vida simples de secretária, até descobrir que seus pais – um tranquilo dentista e uma calma professora de ensino médio –  eram na verdade caçadores de vampiros. Depois de ser chantageada por eles com dinheiro e para seguir a tradição da família, acaba sendo obrigada a viajar para Pensilvânia para provar de uma vez por todas que vampiros não existem e que seus pais precisam de terapia. Inscreve-se em uma universidade onde o suposto vampiro atua e é obrigada a passar por adolescente. Faz amigos estranhos, conhecidos por otakus, e é perseguida por líderes de torcida, que é uma das maldições que carrega – arrumar encrenca com qualquer um que seja popular, mesmo sem querer. Embora não acreditando, acaba por começar a cumprir sua obrigação, seguindo um rapaz que só pode ser vampiro – pálido, lindo, só sai à noite e tem cara de que usa muito delineador. Com o tempo Jéssica começa a perceber que há muito mais além dos livros que lê e corre o risco de se envolver muito mais do que somente o pescoço. Sorriso de vampiro é o primeiro volume da série A Caçadora, de Vivianne Fair, autora do livro Cavaleiros do RPG, outra comédia de sucesso.

Hugo, o vampiro


Sinopse : “Hugo, o Vampiro – As Luzes na Idade das Trevas” é o primeiro livro que narra a saga de Hugo Von Sclotstendder, um jovem príncipe que se vê destinado a viver nas trevas, dada sua nova condição de vida: a imortalidade de um vampiro. Em sua busca para controlar e conhecer sua privilegiada existência, Hugo se lança em uma surpreendente missão para encontrar cinco jóias místicas. O leitor é convidado a acompanhá-lo em suas aventuras, recheadas de combates armados, cercos a castelos, donzelas em perigo, jogos, feitiços e encantamentos na Europa na Idade das Trevas. Uma pitada de terror, humor, romance e drama, também marcam os primeiros passos do Príncipe-Vampiro Hugo.

Lázarus


Sinopse : Mistério, romance, alta tecnologia, sangue e morte passam a cercar a vida de Laura Vargas, museóloga brasileira, após ela aceitar um surpreendente e inesperado convite para assumir o cargo de curadora de arte no The City Museum of Art and Gallery, em Bristol, sudoeste da Inglaterra, a cidade natal da família de seu pai. Disposta a começar uma nova vida ao lado da filha adolescente, Cinthia, Laura se surpreende ao descobrir que nem todos são aquilo que aparentam ser e que a eternidade é muito mais do que um conceito, ou uma simples palavra, quando ela encontra Lázarus e recebe dele o seu “dom”. Agora, Laura precisa fugir de seus perseguidores, interessados em obter a “cura” milagrosa para todos os males, o dom ofertado pela misteriosa criatura lendária, e que se concentra em seu sangue.

No final da semana, mais outro post com livros de vampiros !

Festival de Vampiros – Livros Vampíricos

Pedi à algumas editoras que me enviassem os livros de vampiros que gostariam de divulgar no Festival de Vampiros. Não li nenhum deles. Parecem ser muito interessantes, e  pretendo lê-los em breve.  Os que li terão suas respectivas resenhas postadas aqui no blog. Já leu ou quer ler algum deles ? Conte-me pelos comentários ! Espero que gostem dos livros ! Boas mordidas leitura !

Série Evernight

Noite Eterna

Sinopse : Bianca acaba de deixar a cidade pequena onde vivera sua vida inteira. Ela é aluna nova em Noite Eterna, uma escola misteriosa, onde seus colegas parecem perfeitos demais para ser verdade: inteligentes, sagazes e quase predatórios. Bianca sente-se como se não pertencesse àquele lugar, até que conhece Lucas, que parece determinado a não se tornar mais um dos tipos esquisitos. A química entre os dois é inegável e Bianca se vê disposta aarriscar tudo para viver este amor. Mas alguns segredos obscuros vão surgir no caminho e farão a jovem questionar tudo em que até hoje acreditou.

Caçadora de Estrelas

Sinopse : Em Caçadora de estrelas, Bianca precisa voltar às aulas sabendo que não terá a companhia de Lucas. No primeiro livro, ela revelara seu surpreendente lado sobrenatural, o que não impediu que os dois continuassem se amando. Até que foram forçados a enfrentar a separação pelo bem de suas próprias vidas. Agora, os desafios serão ainda maiores e as surpresas mais assustadoras.

Série Súcubo

A Canção do Súcubo

Sinopse : Georgina poderia ser apenas uma bela e competente gerente de livraria se não fosse um “detalhe” de sua biografia: ela é um súcubo. Sua beleza estonteante hipnotiza os homens, mas o que é o sonho de toda mulher, para Georgina, parece mais um pesadelo. Isso porque ela simplesmente não pode se apaixonar. um único beijo seu é capaz de sugar toda a energia vital de um homem.
Ela pode ter muitos poderes, mas nenhum consegue deixá-la indiferente ao amor. Quando conhece Seth Mortensen, seu escritor favorito, que se torna frequentador assíduo da livraria onde trabalha, a atração entre ambos é inegável.
Enquanto tenta, com todas as forças, resistir a essa paixão, Georgina enfrenta outro problema: seres sobrenaturais até então tidos como imortais estão sendo assassinados em série. E o pior: acusam-na de ter alguma ligação com os crimes, apesar de não fazer a mínima ideia de como nem por quê. Ela só sabe que não pode ficar parada e começa uma investigação, enfrentando a fúria de seres mais poderosos e terríveis que ela: seu chefe (um demônio de alto escalão) e um anjo mais assustador que qualquer demônio.

Série Alma e Sangue

O despertar do Vampiro

Sinopse : Kara Ramos é uma jovem restauradora, determinada e espirituosa, que aceita o desafio de reformar um casarão abandonado na cidade de São Luís, no Maranhão. Porém, o que ela jamais poderia imaginar era encontrar adormecida no sótão uma criatura com mais de 300 anos, sedenta de sangue e vingança.
Agora que despertou, o vampiro Jan Kmam irá até as últimas consequências para se vingar de seus inimigos. Para tanto, não hesitará em envolver Kara em seu mundo de sombras e sedução.

O Império dos Vampiros

Sinopse : Após cinco anos, Jan Kmam volta a São Luis na companhia do Rei dos Vampiros, o milenar Ariel Simon. As ruas da cidade estão tomadas por boatos. Um manuscrito promete revelar aos mortais os segredos de um reino guardado a sete chaves. Mas o que os cidadãos nem imaginam é que um ser maldito está à solta, fazendo vítimas que logo despertarão com sede de sangue.

Para impedir que o caos se espalhe, vampiros dos quatro cantos do mundo se reunirão em arena para decidir o destino dos imortais. Entre alianças e desavenças, os inimigos do rei não hesitarão em tentar derrubá-lo e roubar sua coroa.

O Vampiro antes de Drácula


Sinopse : Organizada por Martha Argel e Humberto Moura Neto, esta é a mais completa reunião de contos sobre as origens do mito dos vampiros. O livroapresenta um panorama dessa criatura como personagem carismático da ficção em prosa, capaz de sobreviver à passagem do tempo e chegar aos nossos dias. A pesquisa foi feita em cinco idiomas, calcada numa rica bibliografia e auxiliada pelos mais recentes estudos sobre o fenômeno do vampiro. A obra inclui contos de autores como Edgar Allan Poe, H. G. Wells,Bram Stoker e Alexandre Dumas, entre outros.

Anno Drácula

Sinopse : Conde Drácula não sucumbiu diante de Van Helsing e de seus destemidos companheiros. Ao contrário. O Rei dos Vampiros derrotou-os, desposou a Rainha Vitória, nomeou discípulos para funções burocráticas do Império e espalhou sua linhagem sombria por toda a Inglaterra. No coração da Londres vitoriana, um assassino está mutilando jovens vampiras e ameaçando a estabilidade do novo regime. Seu nome, Jack, o Estripador.
Sofisticado e original, Anno Dracula recria um universo extraordinário no qual transitam os mais diversos – e improváveis – personagens, todos reunidos sob a névoa que inebria a imaginação do leitor. Uma aventura sarcástica e sangrenta que eleva Kim Newman à condição de mestre da literatura de horror.

Essa semana, vamos ter a resenha dos seguintes livros aqui no blog :

Vampiros em Dallas, de Charlaine Harris – Editora Arx

Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice – Editora Rocco

Diários do Vampiro – O Confronto, de L. J. Smith – Editora Galera Record

Festival de Vampiros – Entrevista

O artigo foi feito pelo blog Sucker for Vampires

Para festejar o Dia dos Vampiros nós conseguimos várias entrevistas com autores nacionais, mas vamos postar em partes! Porque quem disse que vampiros são bonzinhos?

Então hoje postarei de três autores relativamente novos e a visão deles sobre esses seres fantásticos: Fernanda Vernon, autora de Anjos das Trevas, Vivianne Fair, autora de A Caçadora, e Gabriel Burani, autor de Hugo, o vampiro.

Fer, Vivi e Biel nas fotinhas!

Como o dia dos vampiros é hoje, são 13 perguntas! É assim, uma pergunta, três respostas!

.1) Qual a maior atração dos vampiros para as pessoas?

Fernanda Vernon: Isso é complicado; quero dizer,antes dos vampiros virarem moda, a maioria das meninas não gostavam, confundiam com terror ou algo do gênero. Agora, qualquer uma gosta. Acho que o que nos entretem tanto sobre eles é o poder de sensualizar ao mesmo tempo em que nos assustam; são seres com os poderes mais sensacionais, que tem tudo que no fundo da mente humana, nós gostaríamos de ter. Se as pessoas deixam de lado um certo preconceito inicial, ou mesmo uma ideia errada sobre o tema, acaba se apaixonando. Acho que é isso, acho que se não existisse certo e errado, e todos esses moralismos, as pessoas gostariam de ser como vampiros, até nas partes ruins, que cá entre nós, não são tão ruins assim (:

Vivianne Fair: Acho que está na sensualidade…do velho esquema sedução e conquista, apesar de se resumir a alimento… a mordida da eternidade, a beleza, o mistério…

Gabriel Burani: Vampiros são, acima de tudo, criaturas sensuais. Sua sensualidade é o que atrai as pessoas: bonitos, charmosos, sexys. Inclusive o Nosferatu, tinha seu charme. As pessoas gostam da sedução que os vampiros causam em suas vidas.

.2) Na sua opinião, por que o tema é tao popular, tanto na literatura quanto no cinema, e parece nunca sair de moda?

Fernanda Vernon: Acho que as pessoas descobriram os vampiros. Eles sempre foram presentes em nossa literatura e cinema,mas foi só agora que isso atingiu um maior número de pessoas; o tema passou a exercer um fascínio ainda maior, a medida que passamos a ter mais e mais histórias sobre isso. Acredito que vampiros são o que todos queriam ser; poder, sensualidade, liberdade, e um egoísmo, uma falta de senso moral que muitas vezes nos impede de agir como realmente queremos. Mas também acho que essas versões mais boazinhas de vampiros que temos por aí, foi o que causou todo esse ‘boom’ entre os mais novos, unir o eterno ao amor.

Vivianne Fair: Culpo a Meyer, a Anne Rice..rsrs! Acho que está justamente nesse fato, do mistério, da sedução. O cinema e os livros nos apresentam os vampiros como seres cheios de mistério e paixão, com uma eternidade em busca de algo para amar, algo além do que se sonha..engraçado, não? Se realmente eles existirem… a gente é alimento, cara!!

Gabriel Burani: Não sai de moda nem tampouco sairá. Ao homem, antigo ou contemporâneo, as possibilidades de viver e conviver com estas criaturas sensuais e poderosas é algo constante. Talvez as pessoas os deixem de lado por um tempo, mas eles sempre emergem, com uma nova roupagem, mas voltam.

.3) Quais livros, filmes e séries de vampiros te influenciaram?

Fernanda Vernon: Com certeza, os de Anne Rice. Foram os primeiros livros sobre vampiros que li, é uma literatura bem mais madura, forte e extraí aquilo que acho que devemos sentir, ao conhecer um personagem; Anne Rice consegue nos fazer sentir como é perturbante, muitas vezes, viver eternamente. Amo seus livros, amo seu Lestat e sempre achei que ela realmente reinventou esses seres.

Vivianne Fair: Drácula, as comédias de vampiros, Anne Rice, a comédia de Meg Cabot, e o filme Entrevista com vampiro. Ô lá em casa…

Gabriel Burani: O primeiro livro que conheci sobre vampiros foi “Pequeno Vampiro” da alemã Angela Sommer-Bodemburg. Uma coleção de livros (hoje em dia com cerca de 20 volumes, muitos deles publicados no Brasil) povoou minha infância: os vampiros “seduziam” por seu poder; Foi minha maior influencia vampiresca em minha infância. Meu pai costumava me contar histórias de terror quando era noite, no haras da família: vampiros que sugavam o sangue dos cavalos, que cavalgavam sob o luar. Que se escondiam embaixo da cama, ou que viviam nas matas com duendes, fadas, lobos e bruxas. Uma vez ganhei uma versão ilustrada de um Dracula de Bram Stoker. Encantei-me com a história e comprei uma versão de bolso. Na época achei a leitura difícil – por ser epistolar – mas li. Hoje em dia é um dos meus livros de cabeceira. Li Anne Rice, e dos livros que conheci dela, meu favorito é Vittorio. Sou do tempo em que passava na televisão a novela VAMP. Cresci e caçava todos os tipos de filmes sobre vampiros. Assisti todos os que encontrava, tendo alguns favoritos: Entrevista com Vampiro, Dracula (versão do Coppola), os filmes de vampiro do Christopher Lee e do Bella Lugosi. Existem outros, como a Hora do Espanto que também gostei, embora sejam grotescos. Assisti ao Beijo do Vampiro e achei, na época, que o Tarcisio Meira ficaria bem como o rei Hegon, se fosse feita uma versão televisiva do Luzes.

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4) Há muitos tipos de vampiros, desde que ele surgiram na cultura mundial, com várias forças e também fraquezas diferentes. Como um vampiro ideal deve ser para você?

Fernanda Vernon: Um vampiro ideal para mim não pode ser bonzinho. Deve ser forte, poderoso e um pouco selvagem; acredito que também deve manter um lado mais sensível, o lado pequeno mais ainda existente de uma vida humana que chegou ao fim. Enigmático, também. Alguém que viu seus amados morrerem, os séculos passarem e que foi obrigado – gostando ou não disso – a matar humanos simplesmente não pode ser bom e correto,na minha opinião. Acho que tristeza e tempo podem tirar esses elementos de alguém, e ser um vampiro, um condenado, não combinaria com amabilidade. Coragem,paixão,bravura, sim. Mas não uma simples amabilidade tão humana.

Vivianne Fair: Tem que reunir os fatores: sedução + mistério + charme – é um predador, certo? + tem que dar medo, mas aquele tipo de medo que você se arriscaria… E as fraquezas: sangue, sol, água benta, crucifixo…

Gabriel Burani: Meus vampiros são homens e mulheres com poderes limitados. O que os controla, entretanto, não é necessariamente uma fraqueza por itens sagrados (cada qual o é, dada sua crença anterior); mas o que os controla são suas emoções. Vingança, ódio, amores, amizade… assim como nós eles estão presos a estas emoções, estes sentimentos abstratos. Meus vampiros não tem reflexo definido, são capazes de se transmutar em animais, precisam ser convidados para entrar. Morrem ao sol ou se queimados. Transformam suas crias sugando-lhe o sangue e dando-lhes um pouco de si… mas o importante é o Sopro da Vida. Gosto dos vampiros mais clássicos. Acho que cada autor dá e deve dar seu tempero ao seus vampiros… ou não teria graça.

.5) Gostaria que os vampiros existissem?

Fernanda Vernon: Sem dúvidas! Gostaria de viver num mundo True Blood, onde vampiros convivessem com humanos, tivéssemos xerifes, reis e rainhas vampiros e os que não gostassem simplesmente teriam que se acostumar!

Vivianne Fair: Não sei responder essa…mas acho que não! Putz, são predadores. Vai que o vampiro não quer uma eternidade ao meu lado e me vê como um lanchinho da tarde. E depois, eternidade não me anima…

Gabriel Burani: Embora sejam minhas criaturas fantásticas favoritas, não, não gostaria. Perderia a magia que existe. Cada qual imagina o desconhecido de uma forma… quando as possibilidades se findam, finda-se a criatividade e as potencialidades. Pessoas procuram gnomos, duentes, Ets… cada qual os imagina de uma forma, contudo, se o peso as verdade emerge, acaba-se a graça.

.6) Ser vampiro pode ser ruim tanto quanto ser bom? Diga os prós e contras de ser vampiro.

Fernanda Vernon: Com certeza. A parte boa é o poder, a falta de limites e fronteiras, de regras e coisas banais que costumam fazer muitos de nós, humanos, sofrer. O ruim poderia ser matar humanos, mas realmente acho que se eu fosse uma vampira, por exemplo, eu não me importaria muito com isso. Quero dizer, depois que você já é um imortal, que já morreu e já perdeu todas as suas chances como humano, pra quê ligar? Seria uma cadeia alimentar, de qualquer modo, não é? Haha, gosto de vampiros assim. Mas alguns poderiam levar isso como um problema, e isso traria culpa, perturbação e cada vez mais mágoa. Viver eternamente, de qualquer modo, sendo um vampiro a la Lestat ou Eric Northman ou ainda um passivo Edward Cullen, seria muito difícil. Eternidade é muito, muito tempo; por mais bem aproveitada que seja.

Vivianne Fair: Prós: Todo mundo te ama; Todo mundo tem medo de você; Manipulador, faz com que os outros sigam seus desejos (espera, por enquanto estou descrevendo minha mãe); tem vários dons e habilidades, não tem rugas, não tem cabelos brancos, não fica feio…

Contra: viver eternamente – cara, sério, que horrível! Nunca mais ver um nascer do sol, crianças brincando, viver uma vida normal..e beber só sangue? Nada de chocolate?? Prefiro morrer…¬¬

Gabriel Burani: Vampiros podem persuadir se transformar e sujeitar o outro a suas vontades. Vampiros alimentam-se de outras criaturas, como nós. Isso não é, necessariamente um problema. Isso seriam os prós? Talvez. Vampiros são criaturas solitárias. Todos independentes de terem seus companheiros ou não. Vivem a angustia de ver tudo o que amaram um dia virar poeira. Por mais que se “acredite” que o tempo cura estas feridas, os vampiros ainda são humanos, e como nós humanos sofremos com o passado – e com o futuro.

.7) Dizem por aí que os tais anjos caídos, criaturas que agora estao “emergindo” na literatura, sao os novos vampiros. Concorda com o fato? Quem é melhor e por que?

Fernanda Vernon: Já ouvi falar. Acho que são coisas completamente diferentes. Vampiros sempre terão um lugar em todos esses meios, eles sempre tiveram. São lendas e mitos que vêm ganhando cada vez mais força a medida que os anos passam. Se procurassemos de verdade, acharíamos diversas novas histórias, completamente desconhecidas. O fato de ter virado ‘moda’ graças à saga Crepúsculo, não quer dizer que se trate de uma moda, e somente isso. Quantos aos anjos caídos, nunca li nada sobre, ainda. Pretendo ler Hush Hush,mas ainda está na lista de espera; deve ser um tema interessante, mas sou fiel aos meus vampiros, e acho que para um bom leitor e amante de seres fantásticos, há espaço para ambos.

Vivianne Fair: Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Anjos caídos não se alimentam de sangue nem pretendem confraternizar com mortais. Na Bíblia anjos caídos são demônios, seres que odeiam a raça humana por terem sido os responsáveis por perder o céu…agora, se eles vão subtituir os vampiros na moda, acho que não. Os dois podem coexistir! Não gosto dos demônios, obviamente, mas na literatura eu gosto *cof cof Sussurro cof cof* No caso, ainda prefiro os vampiros…agora anjos mesmo, de verdade, é melhor que ambos! *_*

Gabriel Burani: Criaturas mitológicas são a imagem do desconhecido. Isso habita a mente do homem desde sempre: vampiros, anjos, mortos, feiticeiros. É a magia do existir. Todos os homens compartilham destas possibilidades. Às vezes os vampiros se escondem nas sombras, e outras criaturas emergem: primeiro os elfos, depois os bruxos, os vampiros e agora anjos.

Todos são explorados a exaustão. Depois, quando a mente cansa destas criaturas procuraremos outras. Para, logo mais, voltarmos a procurar os primeiros, os segundos… não necessariamente nesta ordem. Assim, não acredito que existam melhores ou piores. São todos criaturas da imaginação do homem. Todos tem sua vez. Acho que todos os povos tem seus vampiros, seus anjos, seus elfos… seus eus mágicos.

Estas criaturas são nossas imagens falhas, seres de divindade angelical que falharam e tornaram-se algo muito próximo à nos mesmos.

.8) Ao seu ver, como transformamos um humano em vampiro?

Fernanda Vernon: Nesse aspecto, sou fiel à maioria das lendas que conheço. Para mim, o vampiro deve morder o humano, e esperar que a morte tome conta dele; e então em seguida, oferecer-lhe seu próprio sangue.

Vivianne Fair: O humano tem que beber o sangue contaminado, poderoso, cheio de experiências de um vampiro. Concordo com a Anne Rice nesse aspecto.

Gabriel Burani: Os vampiros são criaturas dotadas de um poder que chamo de Dom. Seria uma centelha divina que não sumiu de seus corpos, que permitem praticar a arte da criação. Alimentam-se de suas vítimas, fazem-na absorver algo seu. Por fim, tal qual Deus em sua Gênese, dá-lhes o Sopor da Vida.

.9) É possível a amizade ou o namoro entre um humano e um vampiro? Teria uma dessas relações com um deles ?

Fernanda Vernon: Acredito que sim. A relação de um vampiro com um humano é a forma como se pode mostrar um outro lado deste ser; em meus livros ao menos, faço com que esse amor não apague todas as memórias e dores, perturbações sobre ser um vampiro, mas ameniza. Sempre tenho isso em mente ao escrever partes românticas: um humano pode fazer um vampiro lembrar-se de como era sentir, acreditar, ter esperança. E esses momentos, para ele são eternos. Como se o sol brilhasse novamente por alguns minutos; coisas que ele não possui mais, e nunca possuíra, mas pode observar em outro alguém. O amor cresce daí. Mas sempre me lembro também de não levar isso para um nível muito meloso, muito irreal; um ser como um vampiro nunca poderia, ao menos de início, se entregar tão facilmente às paixões como fazem os humanos.

Vivianne Fair: Hã… só se fosse por pouco tempo. Tipo um rolo. Não ia dar certo, mesmo! Nunca saberia se iriamos sair para jantar ou eu seria o jantar? E caramba, a gente ia ter GOSTOS bem diferentes…e os amigos dele? Iam aceitar a relação ou eu devia dormir com os olhos abertos? Você teria que ser vampira..afinal, você iria envelhecer e ele lá, lindo pra sempre. Você cada dia mais feia. Ele gelado, você querendo um colo quente. Você querendo dividir a pipoca, ele seu pescoço. E ser vampira? Acho que não… Estou soando meio pessimista, né? Mas é a verdade…=p

Gabriel Burani: Completamente possível. Vampiros, embora criaturas das trevas, são seres sociais… precisam do outro para sobreviver: seja numa situação de amor – onde procura preencher sua solidão por este sentimento; seja numa situação de sujeição – sujeitando os homens às suas vontades; ou por necessidade social. Procuram, talvez, aproximar-se dos homens para se lembrar de como era sua vida quando vivos, ou para manterem-se “vivos”. Meu personagem Hugo, cria laços de amizade com humanos que convivem consigo basicamente por uma necessidade “humana” que vive dentro de si.

.10) Na série de TV True Blood e na série de livros Southern Vampires Mysteries, de Charlaine Harris, vemos um mundo onde os vampiros podem viver normalmente na sociedade, se alimentando de sangue sintético. Você acha que isso seria possível? Haveria realmente paz?

Fernanda Vernon: Sim, acho que seria possível. Sempre haverão guerras e discussões; acredito que humanos muitas vezes procuram motivos para se criar caos, os vampiros seriam só um problema um pouco diferente. Mas acho que seria maravilhoso, e com cooperação, todos poderiam conviver bem, respeitando suas diferenças.

Vivianne Fair: Hum, você conseguiria viver em um lugar onde comeria comida sintética para sobreviver com alimentos andando por aí, bem à sua frente? Se for possível, tudo bem…até o dia que alguém perder as estribeiras e sair por aí com uma rebelião. Aí não vai ter mais ONGs salvem os humanos para contar a história..hehe

Gabriel Burani: Eu gosto bastante do universo de Charlaine Harris, onde inúmeras criaturas mitológicas convivem. Entretanto, não acredito que seja possível. Existe um único filos, que é incapaz de sobreviver junto. Povos do mundo brigam pelas mais diversas situações, se ameaçam com guerras, com embargos, com chantagens e acordos. Ainda exploramos os animais, que nem de nosso próprio filos é. Vampiros seriam uma outra “espécie”. Embora cheios de poderes, seriam uma outra espécie à ameaçar a “supremacia” do homem. Somos homens naturalmente arrogantes de nossa inteligência e poderio… o que seria de nós – tão espertos – se surgissem novas criaturas? Existem aqueles que perdem noite a procura de Ets que estão lá fora. O que seria do homem, ao descobrir que sua mitologia aos poucos ganhou corpo de verdade? Eu penso que seria no mínimo curioso, mas não daria certo.

.11) O que diria a um vampiro se encontrasse um deles?

Fernanda Vernon: Nossa, não sei! Acho que ficaria tão abismada que antes de tudo iria implorar para ir com ele, onde quer que fosse!

Vivianne Fair: Por favor, não me mate. Só uma mordidinha, tá?

Gabriel Burani: Pergunta difícil. Gostaria de saber sobre seu passado, sobre sua história minha profissão me acostumou assim (sou psicólogo).

.12) Tem algum vampiro preferido? Pode ser do cinema, da TV ou de livros?

Fernanda Vernon: Sim, tenho dois. Lestat, de Anne Rice e Eric Northman de True Blood e dos livros Southern Vampires Mysteries.

Vivianne Fair: Lestat!! *_*

Gabriel Burani: Elegirei dois, ambos da literatura: Vittorio de Anne Rice, o vampiro que vê anjos. E Rudiger, de Angela Sommer-Boddemburg, mais conhecido como O Pequeno Vampiro, meu bom amigo desde a infância. São vampiros que conheci em diferentes fases da minha vida, extremamente especiais.

.13) Como vc vai comemorar o dia dos vampiros no dia 13 de agosto?

Fernanda Vernon: Não tenho ideia. Acho que vou fazer uma maratona de filmes bons e antigos sobre o tema, como meu preferido Entrevista com o Vampiro, com muito brigadeiro e muitos sonhos sobre como seria bom ser uma imortal também (:

Vivianne Fair: Hahaha, acho que vou escrever um conto! Ou fazer coisas fofas sobre vampiros no site..rsrs!

Gabriel Burani: Tenho planos ir à 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, prestigiar Dacre Stoker. Ainda estou sem planos concretos, e aberto a convites! rs.

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O link da Vivi ainda não está funcional, mas assim que estiver, postarei.

Festival de Vampiros – Vampiros de Verdade # 3

Hoje, não irei falar exatamente de um vampiro, mas sim de uma doença que, de certa forma, gera vampiros. Acredita-se que, nos dois casos reais de vampirismo que mencionei nos últimos dois posts da coluna, os assassinos sofriam dessa doença. Bem, sem mais delongas, vou apresentá-la a vocês.

Hematomania

Hematomania é uma doença, um desejo por sangue e, em alguns casos, por carne humana. O sangue faz com que os afetados por essa doença se satisfaçam sexualmente e em vários outros aspectos. O ato de matar ou cortar alguém para conseguir sangue é prazeroso para os hematomaníacos.

Quando pegas consumindo sangue, são, geralmente, presas, entretanto, podem também ser levadas para hospícios. Por conta do perigo de serem “capturados”, os hematomaníacos tendem a não beber sangue de outros contra a vontade dos mesmos ou matá-los. Muitos utilizam a sangria para satisfazerem suas necessidades. Utilizada para fins medicinais, este método consiste em retirar uma parte do sangue, com giletes, agulhas ou bisturis. No caso dos hematomaníacos, eles se cortam e “drenam” o seu próprio sangue.

Somente nos EUA existem mais de 8 mil pessoas que sofrem dessa doença, porém creê-se que a maioria delas conseguem sangue por meios legais, em bancos de sangue.

Catharyne Press, que confessa, em uma entrevista, que sofre desse vício e que todos os seus amigos sabem que ela necessita de uma dose diária de sangue. Mas também garante que nunca matou ninguém para não “secar a fonte”. Quando acha que não bebeu o suficiente complementa com sangue de animais, principalmente de vacas.

Fonte : http://nerdezasaleatorias.blogspot.com/2009/10/hematomania.html

http://www.vampires.be/index.php?title=Hematomania

Resenha: Morto até o anoitecer

Crítica – A partir do momento que comecei, não consegui mais parar. O livro é muito bom. Logo quando o começamos, já ficamos por dentro da vida de Sookie e conhecemos o frio e enigmático Bill Compton. Charlaine Harris sabe contar uma história de vampiros. As criaturas são, na história, super tradicionais. Não gostam de alho, não podem sair no sol, são frio, cruéis, atraentes, imortais e só morrem com uma estaca no peito ou quando mutilados. Percebe-se logo de início que, por mais que se amem, um relacionamento entre uma humana e um vampira não é nada fácil. Sem ilusões de que o amor vence tudo, cobrindo até o fato de seu parceiro ser uma criatura das trevas, Charlaine mostra todas as dificuldades possíveis nesse turbulenta relação. Sookie é uma personagem forte e adorável, impossível não gostar dela. Quanto ao Bill, bem, não custa ficar com a pulga atrás da orelha.

ResenhaSookie Stackhouse é uma jovem mulher que trabalha como garçonete em um bar. Ela é telepata e, por isso, sua vida é bem mais confusa e estressante do que a das outras pessoas. Ouvir pensamentos de todos ao seu redor a toda hora não é nada legal. Diferente das outras pessoas, Sookie sempre quis conhecer um vampiro. Agora, depois da invenção do sangue sintético, eles se mostraram a humanidade. Estão por todos os lugares. Entretanto, ainda não passaram na pequena cidade de Bon Temps.

A sorte de Sookie está para mudar. O enigmático vampiro Bill Compton aparece no bar da jovem. Ele é quase ser morto por vigaristas que tentavam drenar seu sangue – o sangue dos vampiros tem propriedades mágicas e muito interessantes para os humanos -, porém, Sookie o salva. Ao ficar a sós com ele, nota um importante fato : Não consegue ler sua mente. Depois de anos a escuta do pensamento dos outros, pode, finalmente, ter alguns momentos de silêncio.

Mas, nem tudo são flores. Enquanto os dois estão se conhecendo e vendo o que sentem um pelo outro, assassinatos começam a acontecer. Mulheres que se envolveram com vampiros estão morrendo e, Sookie parece ser a próxima da lista. Com um assassino em seu encalço e um namorado vampiro que, bem, é um vampiro, Sookie Stackhouse tem muito mais do que só a telepatia para se preocupar. Uma vez dentro desse mundo onde vampiros existem, outras criaturas fantásticas tendem a aparecer, e não vão mais querer sair de sua vida.

Curiosidades

A série Southern Vampire Mysteries ou Sookie Stackhouse é  composta por vários livros. A série ainda não acabou. Somente três deles foram publicados no Brasil. Veja abaixo a lista com seus títulos originais e suas traduções não oficiais, feitas por mim :

1) Morto até o anoitecer ( Dead Until Dark ) – 2001 ( EUA ) – 2009 ( Brasil, pela editora Ediouro

2) Vampiros em Dallas ( Living dead in Dallas ) – 2002 ( EUA) – 2009 ( Brasil, pela editora Arx )

3) Clube dos Vampiros ( Club dead ) – 2003 ( EUA) -2010 ( Brasil, pela Arx )

4) Morto para o mundo ( Dead to the world ) – 2004 ( EUA)

5) Completamente morto* ( Dead as a doornail ) – 2005 (EUA)

6) Definitivamente morto ( Definitely dead ) – 2006 ( EUA)

7) Todos juntos mortos (All together dead) – 2007 ( EUA)

8) De morto a pior ( From dead to worse ) – 2008 ( EUA)

9)  Morto Desaparecido ( Dead and gone ) – 2009 ( EUA)

10) Um morto na família ( Dead in the family) – Maio de 2010 ( EUA)

* Doornail é parafuso de porta, aqueles que a seguram, as chamadas dobradiças. Não tem coisa mais inanimada que aquela. Como a comparação ficaria ridícula em português ( Morto como dobradiça de porta ), adotei a mensagem a comparação passa, que ele está completamente morto.

Caso alguém tenha uma tradução melhor ou ache que a minha está errada, por favor, comente de forma civilizada. Podemos nos entender sem xingamentos e demais ofensas, não tenho, de forma algum, a intenção de desmerecer ou desrespeitar essa série de livros.

A série de livros foi transformada na série de TV True Blood. Cada temporada está sendo baseada em um livro da saga.

Um pouco sobre a autora

Charlaine Harris – Charlaine Harris  (Tunica, 25 de novembro de 1951) é uma escritora norte-americana. Atualmente vive no sul de Arkansas com seu marido, três filhos, três cães e um pato. Gosta de escrever sobre mistério. Seu primeiro romance, Assassinos de verdade ( Real Murders ), primeiro livro da série Aurora Teagarden, recebeu uma nomeação ao Agatha Award.

Site oficial da autora

Resenha: Jane Austen – A Vampira

Crítica – A primeira coisa que pensei sobre o livro foi : ” Gosto de Jane Austen. Gosto de vampiros. Irei, provavelmente, gostar de Jane Austen – A Vampira“. Minha suposição estava correta. Gostei muito do livro. É super engraçado. Cada capítulo vem com um trecho do manuscrito não publicado de um livro de Jane Austen, Constance, o qual ela consegue publicar quando vampira. Os trechos sempre tem a ver com o capítulo. Jane Austen é muito engraçada, mesmo sendo uma vampira. Parece que estamos mesmo assistindo sua vida continuar, fazendo-a viver o romance que nunca conseguiu viver. Apesar de parecer um sátira mal feita, Jane Austen – A Vampira com certeza faria a autora muito feliz. Elevando a querida romancista inglesa, o livro a transforma em uma vampira cansada da imortalidade e de não receber direitos autorais, porém, que consegue dar a volta por cima, publicando um novo livro e vivendo um novo romance.

Resenha – Jane Austen é uma vampira. Mora na pequena cidade de Brakeston, Nova Iorque, Estados Unidos. Trabalha em uma livraria e fica frustrada por não receber diretos autorais. Além de não ganhar nada pelas paródias, deve aguentar títulos como “Esperando pelo Sr.Darcy” e “O livro de fitness de Jane Austen“. Seu novo romance, Constance, é negado por todas as editoras. Sente-se arrasada, achando que nunca mais irá publicar alguma coisa. Não se envolve a tempos com os de sua espécie e, ignora Walter, um homem da cidade que está apaixonado por ela. Nada anda muito bem.

As coisas começam a mudar quando, a ponto de apagar seu romance, Jane recebe um e-mail dizendo de uma editora dizendo que eles tem interesse em publicar o livro. Animada, ela responde o editor e marca um encontro com o mesmo em Nova Iorque. Antes de viajar, Jane aceita, enfim, um enc0ntro com Walter. Ela vai à festa de Ano Novo dele, descobrindo que sua esposa morreu afogada a algum tempo. Sente-se culpada por ter ignorado-o. Acaba por beijá-lo na contagem regressiva da virada.

Em Nova Iorque, fica super animada com seu livro que será, realmente, publicado. Ao voltar para a cidade, encontra Brian George, cliente de Walter, que na verdade é Lord Byron, o poeta inglês vampiro que a converteu. Ele quer Austen de volta, ameaçando fazer da vida dela um inferno caso ela não venha com ele. Nesse tempo de confusão, ele lembra Jane um fato importantíssimo : Walter não sabe que ela é uma vampira e, mais cedo ou mais tarde, irá perceber que ela não envelhece, podendo largá-la por descobrir seu segredo por si próprio.

Com um poderoso vampiro que a quer de todo jeito atrás dela, saudades de sua irmã, um romance que tem tudo para dar errado e um livro prestes a ser publicado, Jane Fairfax – ela mudou de sobrenome para não a reconhecerem – tem muitas coisas para resolver, e ser vampira não ajuda em nada. Viver para sempre pode complicar ainda mais as coisas…

Um pouco sobre …

Jane Austen – A lendária escritora de Orgulho e Preconceito nasceu em Steventon, Hampshire, Inglaterra.Extremamente feminista, Austen trata sempre do romance vivido por suas lendárias e clássicas protagonistas. Além de escrever fantásticas histórias de  amor, sua própria vida foi uma. Jane foi cortejada por Thomas Lefroy, mas não puderam se casar por causa de sua situação financeira. Ela recusou dois pedidos de casamento : o do reverendo Samuel Blackall e o de Harris Bigg-Whiter. Há rumores de que Jane se apaixonou por um homem em 1800, na cidade de Bath. Tudo acabou mal, pois ele morreu antes que pudessem se casar. Jane morreu solteira. Ela abandonou um romance pela metade devido ao seu estado de saúde.  Morreu com quarenta e um anos de idade dizendo “Não quero mais nada que a morte“.

Michael Thomas Ford – Nasceu em 1969, nos Estados Unidos. Ganhou vários prêmios e, dois deles, voltados para literatura homossexual, o Gay Men’s Romance ( duas vezes )  e o Gay Men’s Mystery. Foi também nomeado para o prêmio Horror Writers Association Bram Stoker Award, por seu romance The Dollhouse That Time Forgot.