Animais Fantásticos 38# – Titãs

Blá blá ocupado. Blá blá desculpem. Blá lá tudo vai melhorar em breve. <Inserir piadinha sem graça sobre o meu atraso aqui>

Okay, pessoal, como eu não queria deixar essa semana passar também, decidi apelar para a coisa que torna mais fácil de escrever: Ser terrivelmente específico.

Bem, eu acho o tema dos Titãs muito interessante mesmo: eles são os seres terrivelmente cruéis que deram vida aos deuses gregos. E com isso ainda temos que pensar que os deuses muitas vezes eram considerados cruéis, então seres que são cruéis até mesmo para o padrão dos deuses gregos devem ser muito assustadores mesmo.

Vamos começar pela origem deles e vou me basear no mito de Hesíodo já que é a versão mais conhecida e etc… A base para a vida deles seria a deusa Gaia que criou, originalmente: Urano, Ponto e as Óreas, que seriam as montanhas. Com ou sem a ajuda de Gaia, Urano conseguiu dar vida a vários seres ao longo de sua existência. E entre eles nós podemos citar, claramente, os Titãs.

A história do “reinado” dos Titãs é bem sombria, já que eles se mostravam criaturas bem agressivas a quaisquer outros seres que estivessem ao redor, principalmente os humanos, que viveram inúmeros anos na escuridão e no medo.

Agora vou falar um pouco de alguns dos Titãs mais famosos e o que eles faziam:

Prometeu: Esse aqui é um dos meus favoritos por um único motivo: é um dos poucos Titãs bons. Além de defendê-los quando interagia com os outros Titãs, Prometeu também é responsável por boa parte dos avanços dos humanos já que deu a eles o fogo que é uma das bases de quase tudo que foi criado futuramente.

Cronos: Esse aqui é conhecido pelos fãs de Percy Jackson (Os livros, não aquele aborto que chamam de filme.) que também devem saber que ele é especialmente mau. Foi o primeiro a ser criado. Futuramente ele foi convencido por sua mãe (Gaia) a destronar seu pai ao castrá-lo usando a própria foice e com isso se tornar o novo senhor do Céu. Ele então se casou com a irmã, Réia e teve 6 filhos com ela. Porém, seu medo de ter o mesmo destino que seu pai era tanto que Cronos devorava os filhos assim que estes nasciam. O único que escapou disso foi Zeus, que foi protegido por sua mãe. Após crescer, Zeus se vingou de Cronos ao dar-lhe uma poção que o fez vomitar os filhos (Que não tinham morrido, já que eram seres divinos.). E terminou banindo todos os Titãs para o Tártaro e se tornando o senhor do Céu.

Atlas: Eu também acho esse muito legal, mais pelo o que aconteceu com ele depois do que o resto. Atlas era um ser desproporcionalmente grande, violento e bruto de uma geração de seres que seriam a representação das forças selvagens da natureza. Por apoiar seres revoltosos que tentaram atacar o Olimpo, Zeus reservou um castigo especial para Atlas. Ele foi encarregado de carregar o céu nas costas por toda a eternidade. Um ponto interessante é que algumas pessoas se confundem e acham que Atlas carrega a Terra (Já que é um globo nas costas dele.) .

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Animais Fantásticos 37# – Bruxas

Sabe, eu imagino que agora vocês estejam dizendo algo como “Henrique! Você não posta há duas semanas. E agora você vem e posta como se estivesse tudo bem, mas está atrasado.”, vocês têm todo o direito de ver desse jeito, mas deixem-me apresentar uma visão alternativa e mais agradável: Eu posso estar três semanas atrasado para o post de três semanas atrás, MAS também posso estar 49.1 semanas adiantado ou ATÉ MESMO 51.1 semanas adiantado para o especial de Halloween do ano que vem. Viram? Não fica tudo MUITO melhor quando vemos da forma que me priva temporariamente das responsabilidades?

O tema dessa semana é bem Halloweenesco: Bruxas. Mas, NÃO, eu não falarei dos bruxos de Harry Potter, e nenhuma dessas visões mais modernas, vou fazer outro post especialmente pra isso no futuro. O assunto de hoje são aquelas bruxas que povoavam as histórias infantis, aquelas que poderiam tanto se parecer com uma adorável velhinha que só quer te ajudar após você comer toda a ala de hóspedes da casa de doces dela como também aquelas que praticamente exalam feiura.

Eu não sei quanto a vocês, mas eu era um grande fã de leitura desde que eu era pequeno, e isso me levou direto aos conto de fada. E quando eu penso em bruxa eu penso logo naquela citada anteriormente: A bruxa que tentou jantar João e Maria. Ela forma, basicamente, o conceito mais fácil que podemos ter de uma bruxa, estava disfarçada de nada menos do que uma doce e inocente velhinha. Esse seria, supostamente, um truque que elas usavam muito, simplesmente se disfarçavam das mais diferentes coisas para que pudessem atrair as pessoas para seus covis.

Eu vou acabar tendo que falar bastante do Raphael Dracoon nesse post por que o cara é o único autor do atualidade que manteve os modelos mais antigos das bruxas. E ouso dizer que ele conseguiu dar um tom bem mais sombrio do que aquele que estamos acostumados. Pra começar, nós temos dois tipos de bruxas: As bruxas sombrias, que usam a sua magia para fazer mal aos seres humanos e outros tipos de seres vivo, e as bruxas brancas essas usam bem melhor seus poderes e tentam sempre ajudar aqueles ao seu redor, não importa a espécie. Infelizmente, elas tem que se manter escondidas muito mais do que as outras por que as pessoas custam muito a aceitar que possam existir bruxas boas. Isso sem contar o fato de que muitas vezes bruxas sombrias passam a vida inteira caçando as bruxas brancas, o que torna a vida destas muito mais complicada.

As bruxas sombrias teriam aprendido todas as suas terríveis habilidades daquela que seria considerada a primeira bruxa, que frequentemente reencarna para poder causar o caos pela terra. Os poderes dessas bruxas também estão ligados ao canibalismo que é uma prática terrivelmente comum dentre elas. Suas aparências retratam a mais pura feiura e repugnância e isso, segundo o autor, se deve ao fato de que suas aparências físicas tentam constantemente se igualar à espiritual, que foi muito corrompida graças a magia negra.

PS: Aos fãs da série, me perdoem quaisquer erros ou falta de informação, só li o primeiro livro e acabei esquecendo uma boa parte dele.

Resenha: A corrida de Escorpião – Maggie Stiefvater

A Corrida de EscorpiãoEditora: Verus

Autora: Maggie Stiefvater

Páginas: 378

A cada novembro, os cavalos d’água emergem do oceano e galopam na areia sob os penhascos de Thisby. E, a cada novembro, os homens capturam esses cavalos para uma corrida eletrizante e mortal. Alguns cavaleiros sobrevivem. Outros, não.

Aos 19 anos, Sean Kendrick já foi quatro vezes campeão. Ele é um jovem de poucas palavras e, se tem medos, guarda-os bem escondidos, onde ninguém possa vê-los. Puck Connolly é uma novata nas Corridas de Escorpião. Ela nunca quis participar da competição, mas o destino não lhe deu muita escolha. Sean e Puck vão competir neste ano, e ambos têm mais a ganhar – ou a perder – do que jamais pensaram. Mas apenas um deles pode vencer.

Todo ano, os cavalos d’água, famintos de carne e vorazes, submergem para os homens (não no sentido genérico da palavra, e sim só homens mesmo) capturá-los e participarem da corrida de escorpião.  Para Puck (Kate) Connolly, as corridas só trazem péssimas lembranças. Mas agora que seu irmão mais velho está deixando ela e seu irmão caçula na ilha para viver no continente, Puck é obrigada a participar das corridas e competir com o invicto por 4 anos, Sean Kendrick – que quer mais do que tudo ganhar esse ano.

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Animais Fantásticos 36# – Anões

Nesse momento, estou sentado na mesa, de lapiseira na mão, escrevendo o animais fantásticos da semana que vem. Eu sei que deixei vocês na mão semana passada, mas eu estava cheio de testes e não conseguia nem descansar direito. Vou tentar resolver o lance do sorteio tão cedo quanto possível com o Victor. E não se preocupem, eu consegui guardar todas as sugestões e irei usá-las em breve. PS: E é o mesmo lance dos elfos: Animais Fantásticos é só o nome da coluna, sem criar polêmica, ok?

Os anões são, em teoria, uns seres bem simples. São humanoides baixos e robustos que mostram grande talento com a forja e armas mais pesadas. É raro algum ser descrito sem uma voluptuosa barba.

Como suas maiores habilidades se baseiam na produção de armas e armaduras, é natural que os anões precisem de uma fonte generosa e abundante de metais que se mostrem resistentes e maleáveis. Foi daí que surgiram as minas dos anões. São lugares gigantescos que podem chegar perto até mesmo do centro da terra e onde, muitas vezes, também moram algumas famílias de trabalhadores das minas. Essas ”vilas” (ou cidades) também conseguem ser fortes e extremamente difíceis de conquistar, tudo graças a seus gigantescos labirintos de túneis, pelos quais é preciso passar a fim de se alcançar a cidade.

Se de uma mão os anões são muito talentosos forjando boas armas e as usando, seus talentos para as artes mágicas deixam muito a desejar. É muito difícil de encontrar, em qualquer universo, um mago anão poderoso e com uma fama que o preceda. Em geral, eles são pequenos ilusionistas, ou algo do tipo, que se juntam a pequenos grupos de mercenários. Logo, podemos perceber que a maioria das armas anãs tem que se valer apenas por sua qualidade, já que eles quase nunca colocam feitiços nelas. A não ser que a arma seja muito antiga ou o resultado de uma das raras colaborações entre anões e elfos, as quais costumam criar as mais poderosas armas.

Não é raro que os anões apresentem um certo “pé atrás” com as outras raças. Muitas vezes, durante as guerras, eles são deixados sem ajuda ou até mesmo atacados pelas raças mais malévolas para que possam ser utilizados os seus fortes tão difíceis de conquistar.

Detalhe, como o processo criativo tá meio lento por aqui, fica uma tirinha. O link do artista tá na imagem =D

Animais Fantásticos 35# – Ciborgues

Bem, eu sobrevivi ao calor e a uma prova de química. Então agora posso me concentrar na tempestade sinistra que está chegando e na prova de biologia. Não que vocês se interessem por isso. 😀

Não, esse aqui não é um post sobre robôs. É um post sobre ciborgues, qual a diferença? Robôs são 100% mecânicos, ou seja, não possuem nenhuma parte orgânica. Isso também faz com que eles não sejam animais… e nem ao menos seres vivos (O que discorda bastante do nome dessa coluna.)

Um ciborgue nasceu um ser vivo normal e depois foram implementadas nele partes robóticas que podem servir tanto para que ele adquirir poderes especiais ou até mesmo para substituir partes corporais que foram perdidas em um acidente ou qualquer outra coisa do tipo. No início do conceito de ciborgue, a palavra era usada para falar de um humano que foi modificado para que fosse possível sua sobrevivência no espaço. Isso é fácil de explicar, já que a palavra surgiu em 1960, quando o início da verdadeira exploração espacial tinha começado a surgir com “força” (Tanto que Neil Armstrong pousou na Lua 9 anos depois.) e a achar seu lugar no imaginário popular.

É bem difícil que um ciborgue perca as suas emoções, mas chega a acontecer quando ele também sofre algum dano ao cérebro ou que este tenha sido um dos objetivos enquanto ocorria a sua transformação. Isso acaba por aproximá-los mais do conceito de robô e é mais usado quando querem que ele se torne uma espécie de máquina de matar.

Dentre os poderes que um ciborgue pode acabar recebendo quando ele ganha nós podemos citar: força sobre humana, raciocínio muito mais rápido que o normal, capacidade de hackear computadores sem muita dificuldade, controle (Possivelmente mental) sobre quaisquer armas que tenham sido instaladas nele e uma considerável resistência a técnicas de controle da mente que possam ser usadas nele.

Eu pensei que também podia colocar uma pequena listinha de ciborgues que ficaram famosos na ficção. Não vou fazer nenhuma divisão por que isso dificultaria muito para organizar, mas eu acho que elas estarão bem claras. Lá vai: Darth Vader, Luke Skywalker, General Greivous, Cybermen, Daleks, T-800 e as suas versões futuras. Eu poderia dizer mais algumas, mas estou com uma preguiça bloqueio criativo do caramba…

O Legado Bourne!

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“Bom entretenimento, porém problemático.”

Por Bruno Albuquerque de Almeida!

Considero ousadas as constantes tentativas dos estúdios hollywoodianos em mudar os rumos de várias séries de sucesso. Ainda mais com a trilogia Bourne, que conseguiu manter o mesmo padrão de qualidade nos três filmes e criar uma trama extremamente bem amarrada, que agora ganha seu quarto capítulo. Intitulado de “O Legado Bourne”, o filme é um ótimo entretenimento, mas possui problemas bastante notáveis durante toda a sua narrativa.

Bastante ágil (com diversos diálogos bem escritos e incidentes importantes acontecendo simultaneamente), o filme prende sua atenção por sempre estar nos mostrando algo novo. O elenco é ótimo: Rachel Weisz interpreta a já mencionada Dra. Shearing com dedicação, e quando esta perde o controle, Weisz sempre surge convincente. Jeremy Renner, que esse ano já se mostrou um ótimo ator de ação em filmes como Missão Impossível: Protocolo Fantasma e Os Vingadores, aqui demonstra talento novamente, criando personalidade para seu personagem – seja quando demonstra uma incrível capacidade de convencer as pessoas para atingir seus objetivos, seja quando precisa descer a porrada para se safar de problemas. Edward Norton já é sinônimo de qualidade: sempre levando a sério seus personagens, em “Legado Bourne” ele age com convicção, e mais uma vez senti orgulho de ser seu fã quando o vi mandar em seu grupo utilizando poucas palavras e fortes expressões faciais.

A primeira metade do filme é muito boa: desenvolvendo bastante bem os seus personagens (perceba como é completamente aceitável que a Dra. Marta Shearing perca o controle em situações tensas, devido ao que nos já foi revelado sobre ela anteriormente) e sendo extremamente dinâmico, “Legado Bourne” consegue sempre te manter atento ao que é necessário para o entendimento da trama. Além disso, o longa ainda utiliza outra ferramenta a seu favor: o suspense em revelar qual a função das pílulas azuis e verdes que Aaron toma, o que é mantido durante grande parte do filme. O nome “Legado” faz jus ao que é visto na tela, sendo Bourne mencionado constantemente durante o longa. E é ai que os seus problemas começam.

O filme não consegue se desprender da trilogia anterior – sendo Bourne mencionado até durante o clímax do filme, sem mostrar nenhuma função narrativa para isso. Esse novo filme não investe em um roteiro bem estruturado: o que vemos é uma história simples (a queima total de arquivo de um sistema de espionagem que demonstrou falhas) sendo complicada com um único objetivo: parecer “inteligente”. O longa insiste nisso durante uma hora de duração, sempre com diálogos muito rápidos e pessoas cometendo atrocidades sem motivo aparente. Chega um momento em que o filme parece querer que você entenda, com suas próprias reflexões sobre a trama,  tudo aquilo que está passando na tela – o que é ótimo, já que filmes que dialogam com o público sempre serão bem-vindos. Mas aí, numa simples conversa entre os protagonistas, TUDO aquilo que você poderia ter deduzido sozinho (mesmo num filme que se complica sem necessidade) é exposto de maneira extremamente mastigada, também sem necessidade.

Como se não bastasse, a metade final do filme se resume a pancadaria e cenas de perseguição longas demais, como se apenas estivessem ali para “encher linguiça”. Jeremy Renner, mais uma vez, demonstra dedicação no que faz, tornando suas lutas extremamente realistas e demonstrando domínio das técnicas de luta que aprendeu. Infelizmente, Tony Gilroy precisa comer muito arroz e feijão para aprender a dirigir sequências de ação. Todo o clímax do filme é lotado de cortes incessantes e enquadramentos que prejudicam o entendimento do que está em tela – e destaco o momento em que a Dra. Shearing quase cai da moto, e você não consegue entender como ela conseguiu se safar daquilo.

Com uma cena final abrupta (também sem necessidade, diga-se de passagem), O Legado Bourne serve apenas como bom entretenimento – mesmo com seus visíveis problemas que poderiam muito bem ser evitados.

Nota: 6,0.

Animais Fantásticos 34# – Quimeras

É, gente, eu sei que o post tá mais atrasado do que seria  aceitável, mas eu fui vencido por uma combinação mortal das piores coisas existentes: Matéria muito atrasada graças a uma greve de quase três meses, muita coisa pra estudar para um maldito teste em dupla de química (O que significa que terei que carregar alguém nas costas em mais de uma matéria) e, acima de todas estes citados anteriormente… O calor. E não estou falando de calor de uns 30 graus… AH, não. Estou falando do calor de verdade, aqueles malditos 41,3 graus secos bem no INVERNO. Aquele calor que faz parecer que o diabo tem ar-condicionado… Tá já falei demais…

Melhor irmos direto ao ponto, uma quimera é um m0nstro que se mostra em um grande número de formas diferentes. Sendo estas, apesar de serem bem diferentes na aparência, possuem algumas coisas em comum: São formadas por partes de corpos dos mais diversos animais e também pela capacidade de soltar fogo pelas narinas.

Na mitologia grega ela aparece em muitas lendas diferentes que costumam se contrariar fortemente em relação a sua origem. Algumas dizem que ela nasceu (Na mitologia grega ela é geralmente um ser único.) do “relacionamento” da maligna Equidna com o temível Tífon, ou Tifão, (Que também é o pai de muitos dos monstros da mitologia grega, sendo muitos deles terem sido mortos por semideuses como Hércules.) enquanto outras dizem que ela veio do cruzamento da Hidra de Lerna coi o Leão de Neméia.

A aparência de uma quimera pode ser qualquer mistura entre partes de diferentes animais. As mais comuns incluem:  cauda de cobra, cabeça de leão, corpo de leão, uma segunda cabeça de dragão, cauda de escorpião, e por aí vai. Mas um fato bem interessante é que as quimeras podem acabar adquirindo algum poder relacionado a veneno caso alguma de suas partes seja a de um animal peçonhento, como a cauda de escorpião.

A forma mais normal de se encontrar das quimeras é: Três cabeças: Leão, cabra e dragão. Uma cauda de cobra e TALVEZ algumas asas semelhantes as de dragão. Agora misture tudo isso em uma panela bem grande e asse a 500 graus. 

As quimeras também ficaram bem populares como inimigos mais fracos de video-games e talvez até chefes de início de jogo. Isso graças a sua fama e uma aparência mediamente assustadora.

No meio da literatura atual alguns heróis também tiveram contato com essas terríveis bestas. Percy Jackson, por exemplo, enfrentou uma logo no começo de suas aventuras e só sobreviveu graças a “ajuda” que ele ganha quando dentro d’água. Outro também é aquele que atende pelos nomes de Número Quatro ou John Smith (Eu sou o número quatro) acabou ganhando a ajuda de uma quimera, com a exceção de que essa é um alienígena e consegue mudar de forma, apesar de sua forma original lembrar bastante uma quimera clássica.