Resenha: Gone

Voltando a programação normal! Veja a sinopse de Gone e depois confira sobre o que o livro é e como isso se desenvolve.

“Em um piscar de olhos, todos com mais de 14 anos desaparecem. Restam adolescentes. Pré-adolescentes. Crianças. Nenhum adulto. Nenhum professor, policial, médico ou responsável. Linhas de telefone, redes de televisão e a internet param de funcionar. Não há como pedir ajuda. A fome é intimidante e a violência começa. Os animais parecem estar se transformando, e uma criatura sinistra está à espreita. Os próprios adolescentes estão ficando diferentes, desenvolvendo novos talentos: poderes inimagináveis, perigosos e mortais, que crescem dia após dia. É um mundo novo e assustador. É preciso escolher um lado — e a guerra é inevitável.”

 Quando eu comecei a ler esse livro não sabia sobre o que era. Pra vocês terem ideia, eu achava que esse era Maze Runner (parecido do que aconteceu com Firelight, que já tem resenha, e Graceling, que eu ainda não li). Não sei de onde eu tiro essas coisas e faço essas comparações. De qualquer forma, minha amiga me emprestou e aqui estou eu.

O livro é bem o que a sinopse mostra: todos com mais de 14 desaparecem, ninguém entende o porquê ou sabe o que irá acontecer. Mas ao mesmo tempo que você tem uma história só com personagens novos e até uma abordagem mais jovem, o autor não poupou os leitores da realidade cruel desse mundo. Imagine só: do nada, puff, todos adultos sumiram. E as criancinhas? Os bebês? E aquela pessoa que estava num carro com um adulto dirigindo? Pois é.

O livro tem a mistura dessa realidade crua que pesa sobre as crianças e faz com que elas amadureçam antes do tempo, tem um romance muito bonitinho (no estilo filme de criança, tipo Super 8), cria uma disputa entre grupos e ainda é cercado por um monte de mistérios (universo alternativo? Alienígenas? Radioatividade? Deus?!). A leitura acaba prendendo bastante e, por mais que o livro seja grande, você não consegue largar tentando entender o que vai acontecer com os personagens.

Gone não é nenhum Percy Jackson ou Jogos Vorazes, mas é uma leitura que dificilmente irá desapontar. Acho que só seria melhor se resolvesse tudo de uma vez. Infelizmente, a série tem 6 livros (o próximo, Fome, está sendo lançado aqui, enquanto o quinto, Fear, será lançado em abril de 2012 lá fora, aí só irá faltar Light, que provavelmente sairá em 2013). O único lado bom é que Gone é tão longo e denso que ao terminar você não sente aquela necessidade imediata do próximo, quer dar até um tempo.

Acho que não há muito motivo para me estender, o livro é uma espécie de Sidney Sheldon para jovens com um tom nerd. Se estiver perdido procurando o que ler, querendo algo para as férias (e graças a Deus elas estão chegando!), Gone é com certeza uma boa escolha.

Título: Gone: O mundo termina aqui

Série Gone – Livro 1

Próximo livro: Fome

Autor: Michael Grant

Editora: Galera Record

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Um pensamento sobre “Resenha: Gone

  1. Eu também não sabia direito do que a série falava. Digo, eu li a sinopse, mas eu não sabia o que esperar do estilo do autor e tudo mais. Bom, se é um tipo de Sidney Sheldon deve ser bom, né HAHAHAHA;
    Gostei da resenha, bem simples com bastantes comparações e tal 😀 Parabéns.

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