Resenha: O Herdeiro Dragão

Agora estou aqui para falar do último (último? Leia mais no final) livro da trilogia. O Herdeiro Dragão é o que mais altera o padrão criado pelos dois primeiros e, ao mesmo tempo, o que mais dá destaque à história da série (que você pode ver aqui). Quando eu terminei minha reação foi: mas já? Eu quero mais Jack, mais Seth, mais todos eles. Sabe, no final das contas, a autora acabou criando um mundo com um clima confortável, um lugar que é legal passar um tempo.

O livro pode não repetir o padrão, mas como eu gosto de um, vou começar pela sinopse. Não leia se você não leu os dois primeiros livros, nem mesmo as de loja. Ela já começa até quebrando com a “grande emoção” do segundo. Já para quem leu os dois primeiros e espera o terceiro… gosta de ansiedade?

O pacto assinado em Second Sister foi roubado. D’Orsay, Hasting e as Rosas o querem. Quem o levar para a Ravina do Corvo e consagrá-lo terá o domínio sobre todas as classes. Todos se preparam para a guerra que está por vir. Trinity foi transformada em um santuário, onde Seth monitora constantemente a barreira que protege a cidade. Jack e Ellen treinam seu exercito de fantasmas. Neste momento de guerra, a lealdade dos envolvidos se abalam. Maddie e Jason querem a mesma coisa, mas até que ponto eles estão dispostos a ir por isso?

Sobre a estrutura, o início é bem variado. Não temos mais personagens novos tão significantes nem muito aquilo de descobrir o que é. O que sabemos é que não tem jeito, vai acontecer uma guerra e todos estão se preparando, então esse livro é mais “trechos de como cada um se prepara” e “batalha final”. Ah, e é muito mais rápido e fácil entrar na história do que nos outros.

A questão do personagem principal nesse é um pouco mais complicada também. Quer dizer, nós conhecemos o “herdeiro dragão”, ele tem uma grande influência na batalha final e em algumas partes a história se dedica bem a ele (na verdade, é o que mais tem de novo). Só que ao mesmo tempo nós temos visões de vários outros personagens, que ficam como o “personagem principal” dessas partes.

Se você leu a resenha de O Herdeiro Mago, provavelmente lembra que um dos pontos mais legais da série é a questão do ponto de vista. Em O Herdeiro Dragão é onde isso mais se destaca, o motivo eu praticamente acabei de falar: vários personagens têm destaque. Isso é ótimo para quem quer mais de Jack, Seth ou quer conhecer um pouco mais sobre alguns outros. Tem um caso em especial que eu quero só destacar: um personagem que era “do mal” e você passa a entendê-lo melhor. Sei lá, eu adoro quando mostra que nada é 100%, ninguém é só uma coisa e pronto. (Um link aqui, outra série que também mostra isso, de um modo diferente, é Instrumentos Mortais, essa de Cidade dos Ossos e de Cidade das Cinzas que acabou de lançar).

Dos três, esse é o meu livro preferido. Se valeu a pena chegar aqui? Com certeza. Não pode ser classificado como aquele livro ótimo, mas dizer que é ruim seria mentir. Eu já disse isso, mas é só pra evitar que superestimem ou subestimem. Se você gosta de Percy Jackson, Harry Potter, Eu sou o Número Quatro e até esses de Instrumentos Mortais, vá em frente.

Eu tirei da outra resenha:

Além disso, há boatos de que a escritora fará livros para as outras ordens (encantadores, feiticeiros…), mas nada que tenha saído do papel até o momento. Se for verdade, provavelmente sairá no site oficial dela.

Vamos torcer para ser verdade…

Veja também:

A série dos herdeiros fala sobre o que?

Resenha de O Herdeiro Guerreiro

Resenha de O Herdeiro Mago


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2 pensamentos sobre “Resenha: O Herdeiro Dragão

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