Festival de Vampiros – Entrevista # 2

Para festejar o Dia dos Vampiros nós conseguimos várias entrevistas com autores nacionais, mas vamos postar em partes! Porque quem disse que vampiros são bonzinhos?

Então hoje postarei as entrevistas de três autores mais experientes: Martha Argel, Nazarethe Fonseca e Michael Thomas Ford.

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Martha Argel é bióloga e escritora e já publicou muitos livros, de literatura fantástica e também sobre aves. Ela também trabalha como tradutora.

Nazarethe Fonseca é a autora da série Alma e Sangue, e já publicou muitos livros vampirescos.

Michael Thomas Ford já publicou vários livros, inclusive Jane Bites Back, lançado no Brasil como Jane Austen, a vampira, que terá uma continuação, Jane Goes Batty.

Todas as respostas do Michael estão traduzidas livremente.

.1) Qual a maior atração dos vampiros para as pessoas?

Martha Argel: Hoje em dia, acho que o que mais atrai as pessoas nos vampiros é a mistura de medo e de fascínio que eles provocam. O vampiro é perigoso, e pode ser um assassino, mas ao mesmo tempo ele preserva a juventude por toda a eternidade, e desperta o interesse das pessoas. Tudo isso faz com que ele represente um mistério a ser desvendado, e as pessoas adoram mistérios.

Nazarethe Fonseca: Acredito que seja a imortalidade e a sensualidade.

Michael Thomas Ford: I think the idea of living forever is very appealing to a lot of people. And the idea that you first have to die by being bitten in order to have immortality is romantic in a dark way. The vampire is the one monster that has been portrayed as being beautiful and enticing.

Eu acho que a idéia de viver para sempre é muito atraente para muitas pessoas. E a idéia que vc tem que morrer sendo mordido para ter a imortalidade é romântica de um modo sombrio. O vampiro é o único mostro que tem sido retratado como sendo bonito e sedutor.

.2) Na sua opinião, por que o tema é tao popular, tanto na literatura quanto no cinema, e parece nunca sair de moda?

Martha Argel: Uma das características mais interessantes do mito do vampiro é a capacidade que ele tem de se transformar com o passar do tempo, adaptando-se ao que a sociedade espera dele. O vampiro ficcional do século dezenove, por exemplo, tinha como objetivo seduzir e arruinar a vida de mocinhas de boa família; era uma época de moralidade muito estrita, e a ameaça a jovenzinhas puras e ingênuas devia parecer terrível então. No início do século vinte, o vampiro mudou e passou a ser um ser muito mais sanguinário. É interessante notar que tal mudança ocorreu principalmente quando surgiu o cinema a cores, e as plateias começaram a exigir emoções mais fortes – assim, cenas com muito sangue começaram a fazer parte da filmografia vampírica, com muito sucesso. No final do século vinte, esse vampiro vilão entrou em decadência. O horror vampírico não tinha como competir com horrores reais muito maiores, como cidades inteiras arrasadas pelas bombas atômicas estadunidenses, ou o genocídio praticado pelos nazistas. Então, na onda dos movimentos de amor livre, liberação da mulher e modos de vida alternativos, o vampiro mais uma vez se transformou, e passou a ser um rebelde sedutor, um pária da sociedade que vai contra o sistema, com um estilo de vida que, se por um lado choca a moral decadente, por outro seduz, apaixona e se torna um modelo a ser seguido. Por fim, no século vinte e um, o vampiro foi assimilado totalmente pelo sistema, e agora é politicamente correto, quase inofensivo e responde aos sonhos e anseios das pessoas. O vampiro agora faz parte da “turma” e, mais do que nunca, virou um ícone de adolescentes. Essa capacidade do vampiro se transformar, seguindo tendências culturais, garante-lhe uma incrível maleabilidade, mas o mais importante é que cada novo “modelo” de vampiro não implica necessariamente na extinção dos anteriores. O resultado, hoje em dia, é uma incrível diversidade de vampiros, que atendem o gosto de cada freguês, do mais romântico ao mais sanguinário. O vampiro é um camaleão, e sempre encontra um modo de satisfazer um público enorme e ávido por aventuras.

Nazarethe Fonseca: O vampiro nos acompanha há séculos em lendas, relatos, documentos. É difícil esquecer um “doce-inimigo”. Do mesmo modo que seduz, ele assusta. O vampiro é uma mistura de bem e mal. O arquétipo perfeito para que possamos perceber nossos medos, qualidades, defeitos, desejos. Acredito que o interesse sobre o assunto seja tão imortal quanto o mito.

Michael Thomas Ford: Unlike other monsters — werewolves or mummies, for instance — vampires can be reinvented over and over again. They can be portrayed differently and given any number of different personalities. In this way they are more adaptable than other creatures, which makes it possible for writers and filmmakers to create potentially unlimited numbers of stories about them.

Ao contrário dos outros monstros – lobisomens ou múmias, por exemplo – vampiros pode ser re-inventados repetidas vezes. Eles podem ser retratados diferentemente e ter qualquer número de personalidades diferentes. Deste modo eles são mais adaptáveis do que outras criaturas, o que faz com que seja possível para escritores e cineastas criar potencialmente inúmeras histórias sobre eles.

.3) Quais livros, filmes e séries de vampiros te influenciaram?

Martha Argel: Em termos de histórias de vampiro, minhas influências são todas de livros. Anne Rice, claro, foi por onde eu penetrei no universo vampírico. Depois dela, vieram Laurell K. Hamilton, Tanya Huff e P. N. Elrod, todas contemporâneas. Mas a maior parte de minha inspiração vem de outros gêneros literários, como as histórias policiais e os romances noir.

Nazarethe Fonseca: Quando criança, assisti à maioria dos clássicos sobre o assunto, com Christopher Lee; a lista defilmes sobre vampiros é extensa e passa até mesmo por “Força Sinistra ou Lifeforce”, um filmede ficção cientifica baseado no livro de Colin Wilson sobre vampiros do espaço. Acompanhei revistas em quadrinhos, como a antiga Cripta, mas sempre buscava o terror, o suspense.Acompanhei também séries como Vampiro a Mascara, Blade, Buffy, Angel, Moonligtht, recentemente True Blood, The Vampire Diaries , e vi alguns capítulos de Being Human, uma série inglesa sobre a convivência de um vampiro, um fantasma e um lobisomem. Quanto a livros, fui influenciada por autores como Bram Stoker, Charles Baudelarie – que mantém empoemas e contos uma atmosfera gótica que me toca bastante –, Edgar Allan Poe e Anne Rice.

Michael Thomas Ford: The first vampire movie I ever saw was THE RETURN OF COUNT YORGA. I was five or six, I think, and although the movie wasn’t scary there were some things in it that scared me deeply. In particular I remember a scene in which a hand bursts out of the ground and grabs the ankle of a young woman who is trying to run away from the vampires. As for more recent vampire-themed material, BUFFY THE VAMPIRE SLAYER influenced me in the sense that the show contained a lot of humor and portrayed vampires living in the everyday world.

O primeiro filme de vampiro que eu vi foi THE RETURN OF COUNT YORGA. Eu tinha cinco ou seis anos, eu acho, e apesar do filme não ser assustador tinha algumas coisas que me assustaram profundamente. Em particular eu lembro uma cena em que uma mão irrompe do chão e agarra o tornozelo de uma jovem mulher que está tentando fugir dos vampiros. Quanto a material vampiresco mais recente, Buffy a Caça Vampiros me influenciou no sentido que a série contém muito humor e retratou vampiros vivendo no mundo comum.

.4) Há muitos tipos de vampiros, desde que ele surgiram na cultura mundial, com várias forças e também fraquezas diferentes. Como um vampiro ideal deve ser para você?

Martha Argel: Essa é uma questão bem pessoal, pois cada pessoa tem seu modelo próprio de vampiro ideal. Para mim, os vampiros devem ser seres poderosos, amorais no sentido defazerem suas próprias regras, sem necessidade de respeitarem as regras da sociedade. Gosto de vampiros belos, sedutores, irresistíveis, mas para mim o fascínio vampírico deve aumentar ainda mais o perigo que eles representam, e não transformá-los em príncipes encantados, namorados perfeitos ou parceiros imortais. Meus vampiros são predadores, pois têm poder, e o poder corrompe. Meus vampiros têm, ainda, fraquezas que podem ser usadas pelos humanos contra eles, pois acho muito chatos os vampiros tão poderosos que não há defesa contra eles. Mas volto a dizer: essa é só minha visão pessoal, e não estou dizendo que todos os vampiros devam ser assim. Afinal, como eu já disse, uma das coisas mais fascinantes dos mortos-vivos imortais é a diversidade, e acho fascinante que existam vampiros para todos os gostos!

Nazarethe Fonseca: Dos relatos mais antigos sobre o vampirismo, ficaram algumas características como base para tudo o que vem sendo escrito e filmado sobre vampiros. O sol como destruidor do tecido imortal, aversão a relíquias sacras, água corrente, terra do solo onde o vampiro vive. Hoje existem vampiros que param o tempo, congelam coisas, não matam mortais. Mas eu prefiro me ater no mais tradicional, como poderes mentais, força física e mental, poder de deslocar objetos sem tocá-los. Habilidades com espada, necessidade de sangue, sensualidade, o sol ainda como fonte de destruição, caixões – sim, depende do vampiro, ele pode dormir em camas se o local for protegido da luz do sol. Acho que existe um limite dentro do próprio mito, mas há algo ótimo chamado liberdade criativa, e cada um fica livre para criar o seu “vampiro”.

Michael Thomas Ford: I don’t think there is an ideal vampire. Each kind has its own strengths. At the most basic level a vampire is simply an animated corpse, and they can be terrifying when portrayed that way, as in the classic move NOSFERATU, for example. But they can also be beautiful and alluring, as they are in the TWILIGHT books and movies. Personally, I like vampires when they’re frightening.

Eu não acho que há um vampiro ideal. Cada tipo tem as suas próprias forças. No nível mais básico um vampiro é simplesmente um corpo animado, e eles podem ser assustadores quando retratados dessa maneira, como no filme clássico Nosferatu, por exemplo. Mas eles podem ser lindos e sedutores também, como eles são nos livros e filmes Crepúsculo. Pessoalemente, eu gosto de vampiros quando eles são assustadores.

.5) Gostaria que os vampiros existissem?

Martha Argel: Quem sabe se eles realmente não existem? (risos)

Nazarethe Fonseca: Sim, seria interessante.

Michael Thomas Ford: I would like all sorts of remarkable things to exist. Vampires. Werewolves. Elves and dragons and mermaids. I think the world would be a much more interesting place if the creatures of our imaginations existed.

Eu gostaria que várias coisas extraordinárias existessem. Vampiros. Lobisomens. Elfos e dragões e sereias. Eu acho que o mundo seria um lugar muito mais interessante se as criaturas da nossa imaginação existessem.

.6) Ser vampiro pode ser ruim tanto quanto ser bom? Diga os prós e contras de ser vampiro.

Nazarethe Fonseca: Acho que ser mortal tem as mesmas desvantagens de ser imortal. Nenhuma existência é livre de limites. O sol é um grande limitador, sem falar que não se pode viver muito tempo em um mesmo lugar sem chamar a atenção. Afinal, não envelhecer é muito bom, mas chama a atenção. Sangue também é um problema. No geral, vejo como uma existência um tanto limitante, mas ao mesmo tempo muito rica.

Michael Thomas Ford: The good thing, of course, would be living forever. You would get to see how the world changes over centuries, and that would be fascinating. The cons would be having to destroy others in order for you to go on existing, as well as watching your non-vampire loved ones age and die.

A parte boa, é claro, seria viver para sempre. Vc veria como o mundo muda com o passar dos séculos, e isso seria fascinante. Os contras seriam ter que destruir outros para que vc continuasse existindo, como assistir os seus amados não-vampiros envelhecer e morrer.

.7) Dizem por aí que os tais anjos caídos, criaturas que agora estao “emergindo” na literatura, sao os novos vampiros. Concorda com o fato? Quem é melhor e por que?

Martha Argel: Não estou a par de todos os lançamentos recentes, por que simplesmente são numerosos demais, e o tempo não alcança para acompanhar todos. Acho que é normal que as editoras procurem novos “filões” para explorar. Não apenas isso: os autores tambémquerem tentar novos seres fantásticos. Assim, essa mudança de ênfase é uma coisa natural. Veja: quando o Senhor dos Anéis estava na moda, elfos, orcs e outros seres damitologia celta dominavam. Depois, com Harry Potter, vieram os magos e bruxos. Então os vampiros passaram a ser os tais. Mas mesmo aparecendo uma nova moda, os seres anteriores não desaparecem. Podem até estar meio obscuros, mas continuam cheios de fãs por aí. Não acho que seja uma questão de um tipo de criatura ser melhor que outro. Acho que, de novo, o melhor mesmo é ter essa diversidade, de modo que as pessoas possam escolher qual tipo de história prefere.

Nazarethe Fonseca: Não faço ideia, mas o certo que vários livros têm aparecido sobre o gênero. O certo é quetanto vampiros como anjos caídos tem seu charme. Vi uma série de filmes que me tocou, chamada “Anjos Rebeldes” (The Prophecy). O livro de Enoch para quem gosta do tema mais seriamente é muito interessante.

Michael Thomas Ford: Angels do seem to be a popular theme at the moment. I haven’t read any of the books about them, so I can’t say how they compare to vampires as literary creations. Certainly there is a lot within the angel mythology that’s could be interesting to work with, particularly the connection to God and what caused that connection to be severed. As to whether one type of creature is better than the other, I think it simply depends on what the person writing about them does with them.

Anjos parecem ser um tema popular no momento. Eu não li nenhum dos livros sobre eles, então não posso dizer como eles comparam com os vampiros como criações literárias. Certamente tem muito dentro da mitologia dos anjos que poderia ser interessante de se trabalhar, particularmente a conexão com Deus e o que causou essa conexão a ser decepada. Quanto se um tipo de criatura é melhor que a outra, eu acho que simplesmente depende do que a pessoa escrevendo sobre eles faz com eles.

.8) Ao seu ver, como transformamos um humano em vampiro?

Martha Argel: Cada autor tem seus métodos preferidos de criar vampiros. Você vai ter que ler meus livros para descobrir o meu!

Nazarethe Fonseca: O vampirismo é transmitido para um mortal por contaminação: a mordida é o meio; os angue, o veículo de contaminação. O mortal precisa ser drenado e depois beber do sanguedo vampiro. Daí em diante, ele vai morrer; e se for forte o suficiente, se tornara imortal e vampiro.

Michael Thomas Ford: That’s always been one of the big questions for anyone writing about vampires. Is vampirism a physical condition, or is it a moral one? Is it about destroying the human soul and replacing it with something else, or is it simply a disease for which there might be a cure? Both approaches work. One of the things Jane wrestles with in my book is just that — is she some kind of supernatural creature, or does she merely have a disease that keeps her alive forever?

Esta sempre tem sido uma das grandes questões para qualquer um escrevendo sobre vampiros. O vampirismo é uma condição física, ou é moral? Será sobre destruir a alma humana e substituí-la com outra coisa, ou é simplesmente uma doença para qual possa existir uma cura? Ambas abordagens funcionam. Um das coisas com que Jane luta em meu livro é justamente isso – ela é um tipo de criatura sobrenatural, ou ela meramente tem uma doença que a mantém viva para sempre?

.9) É possível a amizade ou o namoro entre um humano e um vampiro? Teria uma dessas relações com um deles ?

Nazarethe Fonseca: Acredito que sim, não os vejo como criaturas irracionais. Seria muito interessante conversar com um imortal. Claro, existem os vampiros acidentais; eles sim, são animalescos sem consciência.

Michael Thomas Ford: I think it would certainly be possible, although there would always be the issue of mortality vs immortality that would have to be addressed at some point. I would love to befriend a vampire and find out what that kind of existence is like.

Eu acho que certamente seria possível, apesar de que sempre haveria o problema da mortalidade versus a imortalidade que teria que ser lidado em algum ponto. Eu adoraria fazer amizade com um vampiro e descobrir como esse tipo de existência é.

.10) Na série de TV True Blood e na série de livros Southern Vampires Mysteries, de Charlaine Harris, vemos um mundo onde os vampiros podem viver normalmente na sociedade, se alimentando de sangue sintético. Você acha que isso seria possível? Haveria realmente paz?

Martha Argel: O ser humano não consegue ficar em paz nem mesmo consigo próprio! Num mundo onde pessoas se matam por terem religiões diferentes, opiniões diferentes, raças diferentes, a introdução de uma nova classe de seres “pensantes” com certeza ia dar mais motivo ainda para conflitos e mortandades.

Nazarethe Fonseca: Acredito que seria possível, mas teríamos muitos problemas. A humanidade não ia se contentar em contemplar a imortalidade. Acho que teríamos uma explosão demográfica de vampiros, como descrito no filme Daybreakers.

Michael Thomas Ford: I suppose it would be possible, but it’s not terribly interesting, is it? There’s something appealing about vampires being a menacing presence within the world, something threatening and exciting that goes away when they become your next door neighbors or the person who bags your groceries at the market. I don’t know if humans are ready for that kind of understanding.

Eu suponho que seria possível, mas isso não seria terrivelmente interessante não é? Tem algo atraente sobre vampiros ser uma presença ameaçadora dentro do mundo, algo alarmante e excitante que some quando eles se tornam seu vizinho ou a pessoa que ensaca suas compras no mercado. Eu não sei se os humanos estão prontos para esse tipo de compreensão.

.11) O que diria a um vampiro se encontrasse um deles?

Nazarethe Fonseca: Acho que ia convidar ela para jantar comigo. Risos.

Michael Thomas Ford: “Are you hungry?” If the answer were yes, then I wouldn’t stay around to ask anything else.

“Vc está com fome?” Se a resposta fosse sim, então eu não ficaria por perto para pergunta mais alguma coisa.

.12) Tem algum vampiro preferido? Pode ser do cinema, da TV ou de livros?

Martha Argel: Para ser sincera, meus vampiros preferido são os que eu mesma criei: Lucila (de Relações de Sangue), doce e delicada; Chico Justo (de O Vampiro da Mata Atlântica),cruel, selvagem e monstruoso; Francesca (de “A flor do mar”, em Amor Vampiro), decidida, fria e sofisticada; e um outro que ainda é segredo, que vai aparecer em Amores Perigosos. Dos vampiros de outros autores, eu gosto muito de Henry Fitzroy (dos livros de Tanya Huff, adaptados para a tevê como Blood Ties), Eric Northman (da Charlaine Harris) e Jean-Claude (da série Anita Blake, da Laurell K. Hamilton). Dos autores brasileiros, gosto das vampiras Kaori e Maya, de Giulia Moon.

Nazarethe Fonseca: Jan Kmam e Lestat.

Michael Thomas Ford: My favorite vampire is Nosferatu, from the 1922 film of the same name. To me he embodies the feeling of ancient darkness that makes vampires interesting. He’s the creature that hides in the dark and doesn’t want to be seen. He’s the creature we fear because he’s both dead and alive, and because he has the power to enchant us.

Meu vampiro favorito é Nosferatu, do filme de 1922 com o mesmo nome. Para mim ele incorpora o sentimento de escuridão anciã que faz vampiros interessantes. Ele é a criatura que se esconde no escuridão e não quer ser visto. Ele é a criatura que nós tememos porque ele é ambos morto e vivo, e porque ele tem o poder de nos encantar.

.13) Como vc vai comemorar o dia dos vampiros no dia 13 de agosto?

Martha Argel: Estou apoiando o Dia dos Vampiros, criado por Liz “Vamp” Marins em defesa da doação de sangue, da tolerância e da diversidade. Não vou poder estar presente no cortejo vampírico na av. Paulista, mas fiz um acordo com a Giz Editorial para que exemplares de Relações de Sangue sejam cedidos para sorteio entre os participantes do movimento e doadores de sangue que apóiam o evento. E nesse dia estarei na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, participando de uma mesa-redonda, juntamente com André Vianco e Giulia Moon, seguida de uma sessão de autógrafos de meus livros no estande da Giz. Os interessados podem encontrar mais detalhes em meu blog, http://vampirapaulistana.blogspot.com.

Nazarethe Fonseca: Vou estar na Bienal do Livro de São Paulo, no stand da Giz Editorial às 15 horas, com outros autores vampirescos. Falando sobre vampiros.

Michael Thomas Ford: Well, I didn’t know if was Vampire Day, so I’m afraid I didn’t do anything special. I did work on the next Jane Austen vampire book, though, so I suppose that counts.

Bom, eu não sabia que era o Dia dos Vampiros, então eu não fiz nada especial. Embora que eu trabalhei no próximo livro da Jane Austen, a vampira, então eu suponho que isso conta.

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Sobre Victor

Gosto de cheiro de livros novos e de biblioteca com livros velhos, de livros ( dessa vez das letras mesmo ), de chocolate, de escrever, de ficar no computador, de dias frios com céu bonito, de ir ao cinema, passear no shopping com os amigos e de viajar. Ensino inglês e um dia ainda quero publicar alguma coisa. Bolsa Amarela, Harry Potter e a pedra filosofal , Entrevista com o vampiro e Crônicas de uma namorada são meus livros favoritos. Perdi a conta de quantas vezes vi "A Múmia". Quanto às séries que gosto, sempre mudo. Elas têm suas temporadas e eu tenho as minhas.

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