Resenha: Do Jeito que você gosta

E chegamos ao fim, um tanto atrasados, do nosso especial Shakespeare. Hoje irei falar de uma peça não tão conhecida, que foi recentemente publicada pela Balão Editorial, em uma nova tradução realizada pela Cia. Elevador de Teatro Panorâmico. Para começar, vamos falar do enredo grifando os personagens.

Duque Frederico é um homem rico e poderoso que baniu seu irmão, o Duque Sênior, para tomar seu lugar. É pai de Célia, prima quase irmã de Rosalinda. Incomodado pela presença da sobrinha, o duque expulsa Rosalinda de suas terras. Contudo, a proximidade das duas é tão grande que quando ela parte vestida de homem – e agora se chamará Ganimedes -, Célia a acompanha, chamando-se, a partir daquele momento, Aliena. Olivério é um irmão severo e ambicioso que detesta seu caçula, Orlando. Este é criado com os servos, não recebendo educação ou um lugar na nobreza, como bem mereceria por também ser filho de Sir Rolando de Boys. Olivério concede a liberdade a seu irmão, que sente-se preso naquela odiosa vida perto ao que tanto detesta. Porém, tudo não passa de uma armadilha e logo Orlando se encontra apaixonado e em uma enrascada. Ele está sendo perseguido pelo Duque Frederico e nesse meio tempo cai de amores por Rosalinda ( que também corresponde a paixão ). Junto com seu fiel servo, vai para o exílio perto do duque banido, onde também se encontram Rosalinda e Célia disfarçadas. Com vários romances complicados e entrelaçados, difarces e tiranos, está aí uma comédia divertida, no estilo Shakespeare, do qual todo mundo gosta.

Devo confessar que, do que já li de Shakespeare, a história não a das mais interessantes. Contudo, Do jeito que você gosta ganha o leitor por vários outros elementos, principalmente por suas passagens inteligentes e bem colocadas – como é típico de Shakespeare. Na entrevista ao final do livro, a qual comentarei melhor mais tarde, os tradutores comentam brevemente o título do livro. Shakespeare quis colocar na peça todos os elementos que o público gosta, para assim ser um espetáculo como você gosta. Acredito que talvez por isso a história não seja a das mais chamativas ou interessantes. O que encantava e divertia a todos na época do grande dramaturgo já não tem o mesmo efeito atualmente. Por mais que, como já falei no começo do parágrafo, a peça tenha outros meios de conquistar seu leitor/espectador. As passagens são muito boas, talvez seja uma peça com passagens ainda melhores que obras mais famosas do autor. Minha vontade era de selecionar várias, mas me contive e, mesmo assim, ultrapassei o recomendado. O destaque dos personagens, para mim, é Toque, o bobo da corte. Ele é responsável por várias ótimas passagens, além de trazer cenas muito boas, sempre carregadas de sarcasmo ou gozação. Uma das melhores partes é quando vemos Rosalinda, como Ganimedes, conversando, testando ou até mesmo incitando Orlando, seu amado.

A tradução ficou muito boa, um ótimo trabalho da companhia de teatro. As colocações mais modernas ficaram bem estranhas no texto, mas compreendo, ainda mais com as notas de tradução, que foi necessária uma adaptação já que os termos utilizados originalmente fariam sentido somente na época de Shakespeare. Sobre as notas, são bem completas e explicativas, gostei muito de como foram colocadas. A entrevista ao final do livro, realizada com a companhia durante o período que a peça esteve em cartaz no ano passado, é muito interessante, somente complementando a leitura. O meu comentário sobre o título partiu de um ponto da entrevista, por exemplo. Outro fato interessante é que uma das mais famosas traduções para o português trazem Como gostais como título. Estranho como, não só esse, mas também outras traduções para o título, sempre soaram mal. Este atual foi um dos únicos que realmente gostei.

Por fim, está aí uma obra menos conhecida de Shakespeare com ótimas passagens. Uma comédia com confusões românticas e final feliz que traz muito, que todos gostam, do grande dramaturgo.

Confira duas passagens que separei:

Ora, disse bem. Acabo de me lembrar de um ditado: “O tolo é aquele que pensa que é sábio; mas o verdadeiro sábio é aquele que se reconhece um tolo”. Os filósofos de antigamente, quando tinham o desejo de comer uvas, abriam seus lábios ao pôr-las na boca, significando assim que uvas foram feitas para serem comidas e lábios para se abrir. Você ama esta donzela? [Toque, o bobo da corte]

Cantarolam uns versos bacanas

Dizendo que a vida é só pra quem ama

Viva o presente, aproveite seu dia

A vida é pequena, apenas sorria

Vamos amar!

[Balada do segundo pagem]

Algumas capas do livro:

Capa estilo desenho de “As You Like It”

Capa de box com a peça gravada em áudio


Resenha: A Megera Domada

A adaptação que li

O segundo livro do nosso breve especial de Shakespeare –  só de comédias e em homenagem ao dia dos namorados – conta sobre uma personagem feminina pra lá inflexível e emburrada. Vamos, como na última resenha, falar do enredo grifando os personagens.

Batista é um homem de grande fortuna que tem duas belas filhas. A mais velha, Catarina, é brava e insolente, sempre espantando seus pretendentes. A mais nova, Bianca, é doce e e gentil, atraindo para si muitos homens que desejam sua mão. Porém, para o azar de todos, o pai decide que Bianca só poderá se casar após Catarina ser desposada. E todos perguntam: o que fazer para arrumar um marido para a diaba? Eis que chega à cidade Petrúquio, um homem rude e bem doido que aceita se casar com Catarina somente por seu dote. Louco de um modo bem peculiar, ele fará a megera passar por poucas e boas a fim de domá-la. Em contrapartida, temos os cavalheiros disputando pelo amor de Bianca. Lucêncio acabou de chegar na cidade e já caiu de amores pela jovem. Troca de lugar com seu criado, Trânio, e se disfarça de professor particular para poder conquistá-la longe de olhos curiosos. Enquanto isso, seu criado garante a aprovação do pai, comprovando sua fortuna. Grêmio e Hortênsio também disputam a mão da jovem, sendo que este último também se disfarça, porém de professor de música, para conquistar a jovem em particular.

Ilustração da capa pela Anna Anjos

A Megera Domada é um livro super divertido e engraçado com personagens atrapalhados e/ou metidos em enrascadas que garantem uma confusão geral. O modo como todos temem Catarina e como esta não nega seu título de diaba ou língua de cobra é logo a primeira impressão que temos da história. Daí a ver como Petrúquio lida com ela, fazendo-a passar pelas situações mais loucas e imprevisíveis, o enredo só fica melhor. Os criados, no geral, também têm suas cenas. Todos eles são bem atrapalhados e se perdem mais ainda com as estranhas exigências – vários disfarces e outras ordens ainda mais loucas tratando-se de Petrúquio com Catarina – de seus patrões. Uma comédia descontraída com personagens marcantes.

A edição que eu li foi uma adaptação escrita por Walcyr Carrasco, por sinal muito boa, com várias notas de tradutor. Shakespeare faz sempre várias referências a outras histórias, além de contar as coisas como eram naquele tempo ( o que às vezes confunde o leitor que não tem uma observação à mão ). O autor ( Walcyr ) também sempre chama a atenção para algumas expressões ou adjetivos que ele preferiu utilizar em sua versão e quais são eles(as) no original. É um ótimo livro, a edição vale bastante a pena. Minha única reclamação ou dúvida foi a respeito do final, quando percebemos levemente que Petrúquio talvez tenha tido seu gênio domado por Catarina, por quem acabaria se apaixonando. Não sei se no original isso ficou mais claro – o que seria ótimo, pois mostra que o casamento não se trata somente de acordos e que o amor pode surgir das formas mais inesperadas -, mas na adaptação esse detalhe mostrou-se bem vago.

Confira algumas capas do livro:

Capa de uma adaptação da história

 Não percam, no domingo, a resenha do último livro desse especial shakespeariano! Trata-se do lançamento da Balão Editorial, Do Jeito que você gosta, uma comédia não tão conhecida do dramaturgo.

Resenha: Sonho de uma noite de verão

Capa da edição da LPM que eu li

Já falei várias vezes que esse é o meu livro favorito ( dos que li, claro ) do grande Shakespeare. E, por conta do meu projeto Semana Shakespeare, em homenagem ao dia dos namorados, essa apaixonante comédia não podia deixar de ser relida. Pois vamos então, agora, sonhar sob os feitiços dos travessos serventes de Oberon e Titânia.

Algo muito importante em peças, é sempre saber quem é quem, a fim de não se confundir ao decorrer da dramatização. Vamos conhecer os personagens em negrito enquanto conto um pouco do enredo. Hérmia é uma bela jovem, filha de Egeu, que ama Lisandro e é correspondida. Contudo, Demétrio também ama Hérmia e o pai da moça permite que o rapaz a despose, por mais que ela não goste dele e prefira que outro tome sua mão. Helena é apaixonada por Demétrio, que a rejeita, só tendo olhos para Hérmia. Teseu e Hipólita são o casal real de Atenas e eles estão prestes a se casar. O duque deseja que Hérmia, no dia de seu casamento, ou se case também, porém com Demétrio, ou se ofereça à morte, por desrespeitar a vontade do pai. Para poder escapar desse trágico destino, os amantes desafortunados, Hérmia e Lisandro, planejam escapar de Atenas pelo bosque. Porém Helena fica sabendo da fuga e conta a Demétrio, que não tarda a correr atrás dos dois com a jovem apaixonada em seu encalço.

Na floresta, há várias fadas e duendes e outra situação. Oberon é o rei. Titânia a rainha. Por diversas razões ambos têm brigado muito. Oberon deseja o pagem da rainha e, para isso, fará ela se apaixonar pela primeira besta que vir pela frente, pingando em seus olhos o sumo de uma flor flechada pelo cupido. Só que, com a tal flor em mãos, ele vê Demétrio e Helena, ficando com dó da jovem. Ordena a seu atrapalhado duende que faça um jovem ateniense se apaixonar por Helena. Perdido, o ser das florestas encanta Lisandro, que persegue Helena e esquece Hérmia. E é esta só uma das muitas confusões que aguardam os amantes nessa noite de verão…

A história é bem divertida e com falas muito bonitas. Como é típico de Shakespeare, o lirismo está super presente na dramatização, gerando várias passagens belíssimas que impressionam o leitor. Uma que me chamou bastante a minha atenção, apesar de não ter sido a mais bonita ou poética, foi a seguinte:

Helena: Sua virtude é minha proteção, pois, quando vejo o seu rosto, não é noite e, assim sendo, penso que não saí à noite. Tampouco este bosque carece de mundos de companhia, pois você, aos meus olhos, é o mundo todo. Então, como pode-se dizer que estou sozinha se o mundo todo está aqui, olhando para mim?

As melhores partes são com certeza no bosque, porém, uma das minhas cenas favoritas é a do final, quando todos se reúnem para o casamento e há a apresentação da peça de Príamo e Tisbe, encenada pelos trabalhadores atenienses.

É uma leitura leve e rápida, por se tratar de uma peça, inclusive bem curta. Perfeito para um tarde de domingo, principalmente se for de verão…

Confira algumas capas do livro:

Capa versão Twilight figurando as tais flores lilases flechadas pelo cupido

Capa de um versão em HQ publicada pela editora Nemo

Depois que eu percebi que esse se trata de um cartaz de uma montagem da peça, na verdade. Mas é tão bonito que decidi colocar aqui assim mesmo.

Dos amores que não

Dos amores que não, já não guardo pesar. No momento que foram, esse sim. Mas agora, tudo já larguei, não resta nem o que segurar. Dos amores que não, vi que vale a pena. Aprendi que no doce, na dor na esperança e na decepção, meu coração bate confortável. Vi como ele pula para cima e para baixo, fazendo-me sofrer, me satisfazendo…Amando. Dos amores que não, soube me levantar. Passos errados, entre alguns vários certos, que nos colocam pra baixo, mas nos querem mesmo é de pé. Dos amores que não, há você, você e você ( talvez mais ). Só não há você. Que não é nem um não, nem um amor. Mas pode ser ambos, quem sabe…

Dos amores que não, sorrio sem pensar. Deles vivi, amei, ri, dei o que falar. Contam tanto sobre esconder memórias… Enterrem o passado! Mas não apagaria, nem os piores, dos meus amores que não. Pois, além de serem parte de mim, além de terem me feito suspirar, além do não, são amores. E amor não se apaga. Se promete, se aguarda, se jura, se sonha. Mas nunca se exclui. E talvez isso que me faça idiota. Fraco. Sensível e melancólico, bobo e de expectativas nas estrelas. Talvez, pode ser isso mesmo. Mas garanto que ter os pés acima do chão é muito bom, mesmo que depois a gravidade caia sob mim sem sutileza.

Se fosse pedir algo ao Senhor dos Corações – ou algum mestre que detenha esses poderes, não pediria nada instantâneo ou perfeito. Não queria que fosse mais fácil, só pediria que não parasse de me dar chances. Pois cada amor tem sua história, e todas são épicos, narrativas tortuosas – sequências? Se subjugam, se sobressaem, se completam. Não me incomodo em seguir em direções erradas. Só quero sentir, viver momentos. São eles que me movem, os que não, os que sim, os que virão.

Victor

Um feliz dia dos namorados!

Dia 12 de Junho é dia não só de comemorar com a pessoa amada, mas também dia de celebrar o amor. A gente reclama, sozinho ou com alguém, e depois volta atrás e desiste de novo. Mas a questão é que esse sentimento controverso deve ser espalhado mundo a fora, de coração em coração. Passo aqui brevemente não só para desejar um ótimo dia para os apaixonados, mas também para indicar alguns filmes, livros e séries e contar mais um pouquinho, do que vem por aí no blog nessa semana de l’amour.

Para ver

Casa Comigo?

Anna ama seu namorado e gosta muito de seu relacionamento, mas, na verdade, está doida mesmo é para se casar. Quando suas expectativas afundam, ela decide tomar uma medida bem desesperada: na Irlanda, de onde sua família vem, há uma data em anos bissextos, na qual a mulher pode pedir o seu parceiro em casamento. Seu namorado, Jeremy, está indo para lá a trabalho. Por tanto, ela embarca num avião e vai atrás dele para aproveitar a oportunidade. Porém, as coisas não transcorrem tão bem para ela. Com chuvas torrenciais e cancelamentos de voo, ela acaba parando numa parte rural da Irlanda, onde precisa da ajuda do rude e charmoso Declan para chegar a Dublin. Mas o tempo todo que passam juntos, enfrentando diversas dificuldades, pode fazer várias surpresas e confusões aparecem. O que ela realmente quer? Com vários momentos clichês a parte, essa comédia leve é muito divertida e apaixonante. Uma ótima pedida!

(500) dias com ela

O clássico filme onde se apaixonar não cai tão bem assim. Tom se apaixona perdidamente pela bela Summer, que, por sua vez, não está tão afim de um relacionamento, ou até mesmo de Tom. Ao longo do filme, exploramos vários pontos do relacionamento dos dois, assistindo à doçura, à tristeza e à raiva que só um coração apaixonado pode sentir. Comovente e divertido, esse filme é para rir, chorar e amar, este último acima de tudo.

How I Met Your Mother

Sabem a indicação de série de ontem? Pois é, How I Met Your Mother fala tanto sobre o amor – relacionamentos casuais e relacionamentos sérios, paqueras e conquistas, noivado e casamento – que não penso em outra série melhor para indicar. Mas, claro, tudo bem temperado com uma boa dose de humor hilariante. Diversão certa!

Para ler

Sou Louco por Você

Step é o típico valentão. Ou pelo menos era. Após o divórcio de seus pais e seu rompimento com a menina que amava, ele viaja para os Estados Unidos a fim de estudar. Concluindo seu curso, ele retorna um pouco mudado à Roma. A cidade está a mesma, com a exceção de alguns detalhes que o fazem lembrar das feridas do passado. Entre tantos desconfortos e readaptações, ele conhece Gin, uma jovem durona como ele, a qual não tarda a ganhar um lugar em seu coração. Ao longo do romance, vamos conhecendo esse complicado, emocionante e engraçado relacionamento entre os dois. Uma escrita de se tirar um chapéu e uma história de se suspirar. Ótima leitura para quem procura por um bom romance.

A Garota dos Pés de Vidro

Apesar de não ter o romance como foco, esse livro nos presenteia com uma bela história de amor, a qual nos faz perceber o quanto esse sentimento muda nossa vida. Midas é um fotógrafo recluso. Ida é uma bela e triste jovem que guarda um grande segredo. Quando um entra na vida do outro, não só esse mistério ao redor dos pés de Ida será descoberto, como também os complicados caminhos dos corações dos amantes serão, por eles mesmos, traçados. Uma história comovente com uma conclusão arrebatadora.

Essa semana…

Até domingo, vamos celebrar o amor aqui no blog. Vocês contarão com, além desse post de indicações, um texto romântico na quinta, resenhas de três comédias de Shakespeare e talvez a resenha de mais outro livro, seguindo a mesma linha. Muito conteúdo para os apaixonados! Aproveitem!

Dia dos Namorados

Vamos falar sobre como surgiu esse feriado. Até pesquisar na internet, eu não sabia do que se tratava ou como criado, mas agora, lendo em vários sites, posso passar para vocês a origem do dia dos casais e o por que nossa data é diferente dos outros países.

Do bispo Valentim a Antônio José Braz – Conheca a história do dia dos namorados

O Imperador Cláudio II proibiu o casamento. Dizendo que solteiros lutavam melhor que os casados, ele decidiu que todos não deveriam mais se casar. O bispo Valentim entra em cena e luta contra o decreto do imperador. Ele próprio se casa às escondidas, por isso, é preso com mandato de execução. Enquanto esperava o dia da execução, ele conhece  uma menina cega e se apaixona pela mesma, devolvendo-a, milagrosamente a visão. Diz a lenda que além disso, ele mandava assinados como “Seu namorado” ou “De seu Valentim”. Foi morto no dia 14 de Fevereiro. Essa data foi  adotada pela Igreja Católica como o dia de São Valentim e comemorada em outros países. Para celebrar esse dia especial, casais de todo o mundo trocam cartões e/ou presentes. No Brasil, a data foi apresentada pelo publicitário Antônio José Braz, que trouxe a idéia do exterior. Adotamos o dia 12 de Junho, pois essa é a véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

 

Prang is Valentine Card - "O alvo é o cartão do dia dos namorados " - OBS.: Os cupidos acertam flechas nos apaixonados e, o cartão seria o alvo deles. Como a mulher do cartão está os segurando, ela quer dar aqueles cupidos, aquele amor, a alguém

Cartões para presentear a (o) namorada(o) :

O site Family Fun, da Disney , traz umas coisas bem simples e legais para se dar a pessoa amada. Quer dar uma olhada ? Veja por AQUI. Os primeiros são muito femininos, mais para frente melhora.

Festival Romance

Dia 5 de Junho vai ser publicado no blog o tão anunciado Festival Romance – um festival dedicado ao dia dos namorados. O festival abordará vários temas, desde livros, filmes e séries de romance até a origem deste dia tão…apaixonante. Dividi em alguns post o festival. Espero que gostem de cada um deles.

Dia 05/06
1) Livros Românticos
2) Filmes e Séries Românticas
3) Músicas Românticas

Dia 06/06

4) O dia dos namorados – Entenda como surgiu o dia
5) Para se apaixonar – Tirinhas, contos e poemas românticos
6) Opinião de mestre – Um post especial das blogueiras do site Tudo Sobre Livros