
Em homenagem ao nosso retorno…
Bom, acho que é possível ouvir o coro de aleluia depois de tanto tempo sem NENHUM post por aqui. Não clamamos por aumentos ou salários atrasados, só estivemos todos um tanto ( leia-se muito mesmo ) enrolados. Nos perdoem, não foi por mal, podem voltar a nos acessar, que ainda não estamos no fim – apesar da proximidade do final de 2012. Quando o apocalipse chegar em nossas casas, deixo um bilhete ou coisa do tipo. Quem sabe um vídeo! Se for um vídeo, nem precisam dar play, com certeza é o fim ( não só do blog como de TUDO ). Ou não.

Tufão lendo “A Metamorfose”, de Franz Kafka
Mas chega de blá blá blá e vamos gastar saliva – ou impressão digital (?) – falando sobre algumas coisas sobre a vida e o universo. Um post que eu estava doido para escrever por aqui já foi tão postado por aí que só me atrevo a fazer um breve comentário e indicar alguns links que gostei, os quais creio serem bastante válidos. Leiam o post da Talita, do No Mundo Editorial e assistam os vídeos da Ju, do Batom de Clarice e da Patricia, do Ainda MininaMá. Se você clicou em algum deles, é isso mesmo, galera, quero comentar sobre preconceito literário. Acho que o básico já foi mais que dito: cada um lê o que quer e isso é ótimo. Seria muito bom se as pessoas lessem mais clássicos, cada leitor deveria arriscar – com um certo nível de maturidade, claro. Mas não é preciso julgar ou criticar aqueles que não gostam dessa obras. Não só defendendo os intelectuais de plantão, fãs que exaltam certos livros ou séries também não estão nada certos. As pessoas têm o direito de não gostarem e, sim, falarem mal de qualquer história que quiserem. O desrespeito também está errado, mas isso já é bom senso, o que abriria outra discussão…Não vou nem mencionar pseudointelectuais e pseudo pseudointelectuais ( aqueles tão pseudo que não saem da leitura axilar – como minha sempre diz -, aquela bem bacana na qual você leva um livro interessante, pode ser polêmico, bem falado ou famoso – você escolhe, mas se for os três é COMBO – debaixo do braço. Claro, lê-lo está fora de cogitação ).

Pessoal, eu comparei recentemente, bem superficialmente, literatura à música. Vejam bem: tem gente que escuta pop, outros que adoram rock, e muitos que se divertem com um funk. Cada um escuta o que quer e não deve impôr ao outro nenhum estilo. Mas, vamos combinar, músicas clássicas ou letras que tragam referências poéticas ou metáforas bem boladas têm um valor bem maior do que o hit do momento ou o funk da vez. Não é para os fãs dessas músicas “de mais valor” olharem com superioridade para as tendências, mas, claro, elas têm uma profundidade maior, sem dúvidas, e acrescentam muito mais do que a melodia que está na cabeça da maioria. Não é pra ninguém clamar seu estilo sobre o estilo de ninguém. Mas reconhecimento é preciso. Assim como certas bandas que o povo adora e outros ( muitos ) não perdem uma oportunidade de falar mal e tacar pedra. Caros, vocês acham mesmo que a banda não tem nada de bom ou que chame a atenção para o público de seus shows? – nem que seja o estilo de roupa ou o jeito dos membros do grupo. Caso não, tudo bem, mas não critique quem gosta e, principalmente, não falte com o respeito ( tanto com o fã quanto com os que produzem os sons que você tanto vai contra ). Deu pra relacionar a ideia com os livros? Pois é, pra mim, de um modo bem geral, é bem assim. Qual a opinião de vocês quanto a isso?
Essa semana estou ainda acabando de ler Feios e já iniciei O Resgate do Tigre. O primeiro ainda não me comprou totalmente como havia me cativado no início de sua história. Já o segundo está melhorando aos poucos. Mas para alcançar o nível das minhas expectativas – e do primeiro volume da série – terá de se esforçar um pouco mais…
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Acabei a primeira temporada de Once Upon a Time. Muito bom! Pensei que não ia ter mais o que contar, mas, como é de se esperar dessas emissoras, me surpreenderam! Quando estiver perto da segunda temporada, penso em fazer um post comentando a season finale e as expectativas quanto o segundo ano. O que acham?
Sem mais delongas, retornaremos essa semana com nossas atividades normais e o sorteio atrasado de Shadowspell!
























Talvez esse nome lhe lembre crônicas. E isso não está nem um pouco errado. O autor já escreveu crônicas na Tribuna da Imprensa, no caderno Megazine ( de onde conheci o autor ), do jornal O Globo e, atualmente, é comentarista de cultura do Estúdio i, do Globo News. O autor começou com um blog na internet onde postava diálogos e, ao mesmo tempo, escrevia seu primeiro romance. Foi chamado junto com outros autores para uma antologia de contos sobre a cidade de Paraty, quando participou também de uma mesa de debates na Flip de 2003. Segundo ele, essa sua participação tanto na feira literária quanto na antologia foi o que permitiu que seu primeiro romance (
O Dia Mastroianni

