Bye 2012. Hey 2013.

É incrível como o tempo passa rápido, né? Parecia que era ontem que eu estava nervosa com o começo da faculdade.  Em 2012 a minha vida mudou de formas que eu nem esperava, mudei de blog, comecei a ser mais independente financeiramente (só que não), comecei a ver a importância de estudar muito para tirar uma boa nota… Esse ano foi tudo, menos o que eu queria. Calma, não estou falando que ele foi ruim por causa disso, o ano foi mais como uma surpresa agradável. Tive a oportunidade de conhecer alguns blogueiros, de ler mais livros clássicos, de conhecer gente nova e que eu nunca pensaria que eu seria amiga. Em poucas palavras 2012 foi surpreendente.

Infelizmente esse ano eu tive que diminuir o ritmo da minha leitura por causa da faculdade, tive que dar prioridade a outras coisas, mas eu não me senti mal por não ter batido a meta do ano passado (em 2011 eu li 93 livros), acho que esse ano foi a prova de que é melhor qualidade do que quantidade.

Quantos livros você leu esse ano? Você bateu a sua meta?

Li 63 livros e ainda estou contando, ainda dá para terminar mais um livro esse ano! Consegui bater a minha meta que era 60 livros \o/

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Resenha: Belo Desastre – Jamie McGuire

Editora: Verus

Autora:Jamie MacGuire

Páginas: 388

Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade.
Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento de Travis pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura.

A Verus escolheu um momento muito estratégico para lançar Belo Desastre, – junto com 50 tons de cinza. Não faltaram comparações: muitos disseram que Belo Desastre era o 50 tons de cinza para adolescentes. Isso não podia estar mais equivocado.

-  De novo? Você vai me matar, Flor.

Você não pode morrer – eu disse, cobrindo o rosto dele de beijos. – Você é durão demais.

- Não, eu não posso morrer porque tem muito idiota querendo pegar o meu lugar. Vou viver eternamente só por maldade.

Sinceramente? Eu adoraria que as editoras parassem de vender livros com a imagem de outro livro. Dá uma ideia totalmente errada do livro e muitas vezes essa tática falha miseravelmente. Belo Desastre tem sexo? Tem, mas nada que dê para se comparar com 50 tons de cinza ou algum livro erótico.

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Resenha: A corrida de Escorpião – Maggie Stiefvater

A Corrida de EscorpiãoEditora: Verus

Autora: Maggie Stiefvater

Páginas: 378

A cada novembro, os cavalos d’água emergem do oceano e galopam na areia sob os penhascos de Thisby. E, a cada novembro, os homens capturam esses cavalos para uma corrida eletrizante e mortal. Alguns cavaleiros sobrevivem. Outros, não.

Aos 19 anos, Sean Kendrick já foi quatro vezes campeão. Ele é um jovem de poucas palavras e, se tem medos, guarda-os bem escondidos, onde ninguém possa vê-los. Puck Connolly é uma novata nas Corridas de Escorpião. Ela nunca quis participar da competição, mas o destino não lhe deu muita escolha. Sean e Puck vão competir neste ano, e ambos têm mais a ganhar – ou a perder – do que jamais pensaram. Mas apenas um deles pode vencer.

Todo ano, os cavalos d’água, famintos de carne e vorazes, submergem para os homens (não no sentido genérico da palavra, e sim só homens mesmo) capturá-los e participarem da corrida de escorpião.  Para Puck (Kate) Connolly, as corridas só trazem péssimas lembranças. Mas agora que seu irmão mais velho está deixando ela e seu irmão caçula na ilha para viver no continente, Puck é obrigada a participar das corridas e competir com o invicto por 4 anos, Sean Kendrick – que quer mais do que tudo ganhar esse ano.

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Resenha: A culpa é das estrelas – John Green (e resultado da promoção de marcadores)

A Culpa é das Estrelas Editora: Intrínseca

Autor: John Green

Páginas: 283

Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Antes de começar a resenha, eu preciso compartilhar a minha historia de amor stalker   com o John Green. Estava eu lá feliz e contente lendo milhões de blogs literários e eis que me deparo com o NUPE , que agora é um dos meus blogs preferidos,  e as meninas do NUPE não paravam de falar o quanto o John Green é maravilhosamente foda e que todo mundo deveria ler algo dele. Então, lá fui eu pesquisar sobre o John, e descubro que ele e o irmão dele tem um vlog, pronto, me apaixonei. Sério, não de um jeito, quero me casar com o John Green, se estivéssemos no Japão eu chamaria ele de John-sama (explicação rápida: quando você usa o sufixo  -sama, quer dizer que você meio que endeusa a pessoa, é uma forma de tratamento que demonstra grande respeito.) Sou fã do John Green sem nem ao menos ter lido um livro dele. A Culpa é das estrelas é o primeiro livro que eu leio do John, e saibam, fiquei com medo de lê-lo, porque imagine que você é fã de um autor, mas nunca leu nada dele e ai quando você lê alguma coisa, o livro é uma droga. Nossa, seria o fim do mundo, mas que bom que o John não me decepcionou.

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Indicação de Filme: A Vida Secreta das Abelhas

Tanto tempo que não apareço aqui né gente? Já estava com saudades, afinal não tem um post que publico no Blog das Resenhas que não receba comentários. É praticamente mágica, por isso muito obrigada!

O filme que vou falar hoje é ‘A Vida Secreta das Abelhas’, um dos meus filmes favoritos e, por incrível que pareça, da minha mãe também (podia falar isso aqui?). Na verdade as pessoas me pedem muitas dicas de filmes e sempre recomendo os meus favoritos ou os últimos que assisti. E esse sempre, sempre, sempre mesmo! Esse é bem elogiado, então vamos lá?

O filme a Vida Secreta das Abelhas se passa na racista Carolina do Sul de 1964. E conta a historia de Lilly Owens, uma garota de 14 anos que sofre pelo fato de ter causado um acidente que levou a morte de sua mãe. Ela vive com o pai T. Ray (Paul Bettany) que a maltrata por não perdoa-lá pelo ocorrido. Sem conseguir respostas de sua mãe através do pai, Lilly decide fugir com sua melhor amiga e empregada Rosaleen (Jennifer Hudson) mas a única pista que pode levá-las ao passado de sua mãe é uma pequena cidade do interior. Na cidade, elas conhecem as negras August (Queen Latifah), June (Alicia Keys) e May (Sophie Okonedo), que vivem de fabricação de Mel e são completamente respeitadas e totalmente independentes; e ao contrario do que Lilly pensa as irmãs Boatwright tem muito a dizer a ela.

O longa metragem é baseado no livro ” A vida secreta das Abelhas” escrito por Sue Monk Kidd que foi um premiado best seller. Assim como o livro, o filme é maravilhoso e nos deixa inúmeras mensagens sobre a vida mostrando que passado, presente e futuro se misturam como os favos de uma grande colméia chamada vida.

Com roteirista, escritora, diretora e as atrizes principais mulheres não tem como negar que o filme tem uma visão bem feminina. Os temas principais abordados são o  racismo e a vida em família, talvez muitas pessoas achem que o filme seja um tanto sentimentalista, por passar mensagens defendendo o correto, o bonito e principalmente o sensível. Mas na minha humilde opinião, vale muito a pena assistir. E se você ainda pensa que filmes assim são para “mulherzinhas”, tá na hora de se desapegar desse estereótipo!

Lembrando que nesse filme a Dakota ainda esta bem novinha, mas radiante. Ela protagoniza seu primeiro beijo na telinha e sim com o menino cuja a cor da pele é diferente da dela. Não isso não é um acesso de racismo (mesmo porque nem sou), mas a questão é que isso a 50 anos atrás era totalmente inimaginavel.

Também esta no elenco Jennifer Hudson, Alicia Keys e Queen Latifah, ambas cantoras e atrizes repletas de prêmios.

Pra quem esta estudando o racismo na escola, essa é uma boa dica. Sempre procuro assistir filmes históricos, assim fixo mais sobre o que estou aprendendo ou o que já vi. Ajuda bastante!

 Trailer:

Já tinham assistido o filme? O que acharam? Comente.

Indicação de série: Gabriela

Entre uma série, uma mini série e uma novela, Gabriela é a mais nova adaptação do clássico de Jorge Amado, produzida pela Globo. Eu não dei muita importância às notícias que saíram falando sobre o programa, pois não costumo assistir ao canal. Mal me lembro qual foi a última novela que acompanhei, mas creio que foi Alma Gêmea, e talvez nem inteira, mas devo confessar que dessa eu gostava. Gabriela já tinha quase completado sua primeira semana no ar, quando decidi experimentar e assistir ao primeiro episódio. Gostei bastante da direção, do elenco ( com algumas poucas reclamações ), e principalmente do roteiro, o qual me levou a assistir, bem curioso, os capítulos seguintes. Os assuntos abordados são bem interessantes e acredito que o programa como um todo está despertando, em geral, o interesse na leitura do clássico de Jorge Amado. A fim de se preparar para um possível sucesso de vendas, a Companhia das Letras já até lançou, recentemente, um nova edição, econômica, da obra. Está entre as minhas próximas leituras, com certeza. Enquanto isso, vamos voltar à novela.

Gabriela e Nacib

A história toma lugar numa Ilhéus dos anos 20, onde a cidade era governada pelos coronéis ricos por conta de suas plantações de cacáu. A cidade é envolta numa ideologia machista, onde os homens mandam em suas mulheres e filhas, e ainda escapam de noite para o famoso cabaré da cidade, o Bataclan. A submissão das mulheres e a infedelidade e desrespeito dos maridos são aspectos bem presentes e interessantes na trama. Outro tópico bem bacana é o ponto de vista das prostitutas, que são personagens bem frequentes no programa, ao invés de serem postas de lado. E nessa Ilhéus cheia de hipocrisia e machismo, onde esses assuntos são proibidos, chega Gabriela, uma retirante bela e sedutora, amanta da vida simples e de moços bonitos. Ela não deseja dinheiro, casamento ou roupas novas e bem feitas. Suas vestes gastas e um trabalho decente são suficientes, nada mais. Alvo de olhares de vários dos luxuriosos homens, ela também passa a conquistar seu chefe, o turco Nacib. Como é, até onde me lembro, uma característica das novelas da Globo explorar as várias histórias que compõe a novela, Gabriela também vai contando o cada um de cada um, sem deixar ninguém de fora ou por dentro demais nos episódios. E o mais legal: todas essas histórias que compõe o programa são bem ricas e interessantes, só contribuindo mais e mais para nossa visão de uma cidade presa à ideologia fechada e ignorante dos anos 20 – e dessa vez bem aqui, no Brasil.

As meninas do Bataclan

A direção e a produção estão muito boas, a novela agrada demais visualmente. Os cenários do primeiro episódio, quando Gabriela rumava dos sertões para a cidade, eram espetaculares, mostrando claramente a secura e sordidez daquelas tristes e vazias paisagens. O elenco está bem selecionado, até Ivete Sangalo, que não dei muita confiança por ser mesmo cantora, ficou bem em seu papel. Teve até uma cena bem legal no primeiro episódio que ela canta um trecho de uma canção no cabaré, porém, dessa vez, com o clássico estilo dos anos 20. Juliana Paes fez jus ao papel de Gabriela e Humberto Martins até que está se mostrando um bom Nacib. Um ator que me impressionou foi Marcelo Serrado. Seu personagem é bem engraçado e ainda expressa um pouco da seriedade da situação tão comentada anteriormente, do machismo e das fugas para o cabaré.  Palmas para ele e para a excelente Maitê Proença, a esposa submissa que começa a refletir sobre tudo que ocorre a sua volta. Contudo, alguns atores não só escapam totalmente a proposta de um sotaque baiano ( não é pra ser perfeito, mas um enganadinha vai bem ), como outros também falam mecanicamente.  Acho que nunca gostei muito de Antônio Fagundes e estou gostando menos ainda dele – parece sempre o mesmo personagem. José Wilker está com um personagem desprezível e sua performance se deixa levar somente pelas falas. Ele está bastante mecânico e parece acreditar que isso é suficiente, pois não vi nenhuma melhora. De qualquer forma, em geral, os personagens estão bastante convincentes.

Gabriela mal chega na cidade e já seduz todos os homens, entrando por acidente na fonte

Para os que reclamavam da fata de produções brasileiras decentes ou esperavam por uma adaptação recente de um romance brasileiro ( comparado a outros países, a gente praticamente não adapta livros para a TV ou o cinema ), Gabriela se mostra uma série com muito a oferecer. Altamente recomendado!

Um feliz dia dos namorados!

Dia 12 de Junho é dia não só de comemorar com a pessoa amada, mas também dia de celebrar o amor. A gente reclama, sozinho ou com alguém, e depois volta atrás e desiste de novo. Mas a questão é que esse sentimento controverso deve ser espalhado mundo a fora, de coração em coração. Passo aqui brevemente não só para desejar um ótimo dia para os apaixonados, mas também para indicar alguns filmes, livros e séries e contar mais um pouquinho, do que vem por aí no blog nessa semana de l’amour.

Para ver

Casa Comigo?

Anna ama seu namorado e gosta muito de seu relacionamento, mas, na verdade, está doida mesmo é para se casar. Quando suas expectativas afundam, ela decide tomar uma medida bem desesperada: na Irlanda, de onde sua família vem, há uma data em anos bissextos, na qual a mulher pode pedir o seu parceiro em casamento. Seu namorado, Jeremy, está indo para lá a trabalho. Por tanto, ela embarca num avião e vai atrás dele para aproveitar a oportunidade. Porém, as coisas não transcorrem tão bem para ela. Com chuvas torrenciais e cancelamentos de voo, ela acaba parando numa parte rural da Irlanda, onde precisa da ajuda do rude e charmoso Declan para chegar a Dublin. Mas o tempo todo que passam juntos, enfrentando diversas dificuldades, pode fazer várias surpresas e confusões aparecem. O que ela realmente quer? Com vários momentos clichês a parte, essa comédia leve é muito divertida e apaixonante. Uma ótima pedida!

(500) dias com ela

O clássico filme onde se apaixonar não cai tão bem assim. Tom se apaixona perdidamente pela bela Summer, que, por sua vez, não está tão afim de um relacionamento, ou até mesmo de Tom. Ao longo do filme, exploramos vários pontos do relacionamento dos dois, assistindo à doçura, à tristeza e à raiva que só um coração apaixonado pode sentir. Comovente e divertido, esse filme é para rir, chorar e amar, este último acima de tudo.

How I Met Your Mother

Sabem a indicação de série de ontem? Pois é, How I Met Your Mother fala tanto sobre o amor – relacionamentos casuais e relacionamentos sérios, paqueras e conquistas, noivado e casamento – que não penso em outra série melhor para indicar. Mas, claro, tudo bem temperado com uma boa dose de humor hilariante. Diversão certa!

Para ler

Sou Louco por Você

Step é o típico valentão. Ou pelo menos era. Após o divórcio de seus pais e seu rompimento com a menina que amava, ele viaja para os Estados Unidos a fim de estudar. Concluindo seu curso, ele retorna um pouco mudado à Roma. A cidade está a mesma, com a exceção de alguns detalhes que o fazem lembrar das feridas do passado. Entre tantos desconfortos e readaptações, ele conhece Gin, uma jovem durona como ele, a qual não tarda a ganhar um lugar em seu coração. Ao longo do romance, vamos conhecendo esse complicado, emocionante e engraçado relacionamento entre os dois. Uma escrita de se tirar um chapéu e uma história de se suspirar. Ótima leitura para quem procura por um bom romance.

A Garota dos Pés de Vidro

Apesar de não ter o romance como foco, esse livro nos presenteia com uma bela história de amor, a qual nos faz perceber o quanto esse sentimento muda nossa vida. Midas é um fotógrafo recluso. Ida é uma bela e triste jovem que guarda um grande segredo. Quando um entra na vida do outro, não só esse mistério ao redor dos pés de Ida será descoberto, como também os complicados caminhos dos corações dos amantes serão, por eles mesmos, traçados. Uma história comovente com uma conclusão arrebatadora.

Essa semana…

Até domingo, vamos celebrar o amor aqui no blog. Vocês contarão com, além desse post de indicações, um texto romântico na quinta, resenhas de três comédias de Shakespeare e talvez a resenha de mais outro livro, seguindo a mesma linha. Muito conteúdo para os apaixonados! Aproveitem!

Indicação de série: How I Met Your Mother

Muitas pessoas vem falando há bastante tempo dessa série pra mim. Os outros seriados que eu estava assistindo acabaram, estava à procura de novos programas e adivinha qual foi a diversão do feriadão? How I Met Your Mother!

Engraçado, descontraído e com leves toques de romance, está aí uma série um tanto do baú que vale o seu tempo! Os episódios sempre começam com Ted, já com uma família em 2030, narrando a seus filhos como ele conheceu sua mãe ( coincidência com o nome da série? Imagina! ). Daí retornamos a 2005, quando as coisas realmente aconteceram. Ted vive com seu melhor amigo Marshall, que está noivo de Lily, quem vive pelo apartamento dos dois. Barney também faz parte do grupo e se julga o melhor amigo de Ted. Sedutor, tarado, engraçado e cheio de planos engenhosos ( que sempre envolvem garotas ), ele lembra um pouco o Stifler de American Pie, apesar de não ser tão sacana como ele. É o personagem que mais se destaca, sempre com suas tiradas hilárias. Logo no primeiro episódio já sabemos quem é a mãe dos adolescentes escutando a história. Trata-se de Robin, uma bela jovem pela qual Ted se apaixona de cara e, por isso, o que rolou entre eles acaba não dando certo. Ela entra no grupo aos poucos e vamos sentindo alguns toques de tensão entre os dois, sempre havendo uma promessa da relação retornar em algum momento ( pois sabemos que irá, pois ela é sua futura esposa! ). A série traz conflitos diversos ( em sua maior parte amorosos ) dos personagens. Eles se metem em confusões ou situações engraçadas, nas quais Barney costuma surgir com uma solução meio louca e bem divertida. Os atores são muito bons, figuram otimamente as personalidades hilárias desses jovens nova iorquinos.

A brincadeira mais divertida de se fazer com amigos encalhados hahaha

Estou ainda na primeira temporada e posso afirmar que o seriado é muito bom. Talvez, conforme eu vá assistindo ( são 7 temporadas até agora! ) eu traga outro post que fale de How I Met Your Mother. Enquanto isso, façam como eu, assistam e boa diversão!

Conhece a série? Caso não, gostou? Divida seus comentários conosco! 

Indicação de Filme: Julie & Julia

A dica de hoje podemos dizer que esta bem suculenta, afinal o filme ‘Julie & Julia’ é uma ótima indicação para você que ama comer bem e ao mesmo tempo não perde uma boa sessão pipoca!

A história contada é sobre duas mulheres que, apesar de viverem em mundos bem diferentes, descobrem que podem ter muito em comum: o gosto pela gastronomia.

Julia Child vivia na Paris de 1948, devido ao trabalho como diplomata do marido. Decide mergulhar no mundo da culinária e, ao entrar na conceituada escola Le Cordon Bleu, descobre que não era apenas um capricho, que realmente pode dar certo. A partir de então, passa a desenvolver livros de receitas, visando apresentar à dona de casa americana a culinária francesa.
Não se preocupe, não estou contando spoliers, isso é algo que se tem que saber antes de assistir o filme, é algo como uma sinopse da personagem.

Julie Powell tem 30 anos e trabalha no estressante mundo do telemarking. É uma escritora frustrada, mas resolve impor a si mesma um desafio: realizar as 524 receitas do livro de Julia Child ao longo de um ano e relatar suas experiências em um blog.

A história das duas durante a trama é contada paralelamente, mostrando o contraste entre a vida de ambas. É mostrado também o machismo que existe na profissão e a forma que essas mulheres conseguem driblar o preconceito que existe até hoje, em alguns casos.

É bem interessante a hora na qual Julie cria o blog e espera, sem muitas esperanças, as visitas e comentários dos leitores. Me identifiquei muito nessa parte, pois é kkkk.

A atuação de Meryl Streep é espetacular como sempre, desde o jeito de andar, a postura e a voz. Ela simplesmente é Julie. Já Amy Adams vem com a simpatia e a doçura de sempre, dando todo o charme ao longa.


A parte de Julia foi inspirada no livro de memórias My Life in France; a de Julie no livro Julie & Julia, que começou com o blog em que a autora narra parte de sua vida e as delícias e os fracassos de se tentar reproduzir alguns clássicos da gastronomia francesa, das receitas mais simples às mais trabalhosas, numa cozinha minúscula no Brooklyn.

Nora Ephron é conhecida por dirigir filmes de “mulherzinha”, mas esse é belíssimo e hipnotizante. Digo isso pelas várias cenas de comida, e como ela sabe muito bem dirigir a história de duas pessoas de épocas diferentes. O filme é bastante feminista, mas vale para homens e pessoas de todas as idades.

Se ficou curioso em conhecer o blog que deu origem acesse: The Julie/Julia Project
Já o livro é esse aqui. Tenho algumas curiosidades e diferenças do filme para o livro, mas isso vou deixar para outro post. Não vamos misturar as receitas não é mesmo?

Espero que gostem da dica! Já tinham assistido? Comente.

Você NECESSITA assistir Community.

Um detalhe que venho notado nos últimos anos é que as séries de TV vem se tornado cada vez menos originais, principalmente no gênero humorístico. As mesmas fórmulas de sempre, reutilizadas com um formato diferente, é o que caracterizam a maioria das séries de humor. Eis etnão que surge Community – uma série inovadora que, além de contar com personagens RIQUÍSSIMOS de conteúdo e uma trama original, consegue achar espaço para um roteiro inteligente e referência aos seriados e filmes clássicos.

Mas do que se trata Community? Bem, basicamente, Community conta a história de um grupo de estudos formado por pessoas com os mais diferentes tipos de personalidade, se aventurando no dia-a-dia de uma faculdade comunitária. Simples, admito. Mas lembre-se: em qualquer mídia, não é O QUE, e sim COMO tudo é mostrado.

Os personagens e como são desenvolvidos na trama.

Jeff.

Jeff é o típico galã, que conquista tudo e todos com frases de efeito que causam impacto. Sendo um ex-advogado e o líder do grupo de estudos, Jeff é um personagem genialmente desenvolvido, pois as suas características racionais( a inteligência, a habilidade nas palavras e a persuasão) sempre que podem são contrapostas com o lado emocional dele, como vemos no fim do episódio da primeira temporada em que a sua professora termina o namoro entre eles, e na luta no episódio “Especial de Natal( que de natalino não tem quase nada), ele, ao invés de lutar como havia combinado com o valentão da universidade, pensa duas vezes e resolve tornar aquilo em algo pacífico, exatamente como uma de suas amigas havia lhe pedido desde o início do epísódio, somente tendo sucesso nessa cena.

Abed

Abed é um dos personagens mais geniais da série, pois ele não possui NENHUMA característica pessoal além do fato de amar Cultura POP. Sim, ele se resume a isso. Portanto, Community encontra ai o seu espaço para fazer inúmeras homenagens a séries e filmes antigos: Abed incorpora diversos personagens – incluindo ALIEN( é, o “8º Passageiro, de Ridley Scott), Robocop e Han Solo, da saga cinematográfica de Star Wars. E isso, além de render inúmeras risadas ao espectador, consegue homenagear grandes feitos históricos do audiovisual.

Pierce

Pierce é o já clássico idoso rabugento, racista e homofóbico. Mas, o que diferencia Pierce dos demais é a sua falta de amor próprio. São inúmeros os episódios onde ele se nega para ficar perto de Jeff, ou de Troy. E essa falta de amor próprio é tão grande que Jeff usa ela a favor dele mesmo no episódio “Modern Warfare”, ao usar Pierce como isca para atirar no “Glee Club”. Porém, Pierce consegue ser um tanto imprevisível, como vemos no episódio em que ele ajuda Shirley na sua apresentação sobre bolinhos.

Troy

O jogador de futebol americano que sempre anda com o casaco do time para impor respeito aos demais. Esse é Troy. Mas, será só isso mesmo? Não. Troy quebra o estereótipo do esportista narcisista, ao se revelar um super discreto nerd e sensível. Em situações extremas( como esperar por 15 horas seguidas por um teste que sua amiga Annie prometeu fazer e ver que a mesma amiga bateu em um policial com tanta força que ele desmaiou), Troy chora, grita e extravasa de diversas maneiras. As caretas que ele faz, além de seus ataques de histeria estão entre os momentos mais engraçados da série.

Shirley

A “mãezona” do grupo de estudos, é, além de um refúgio materno para todos( menos Pierce, já que Shirley, além de ter uma idade aproximada da dele, é afro-descendente, e já sabemos que Pìerce é extremamente racista, então dá para imaginar o resto.), uma maneira do seriado fazer uma crítica aos religiosos mais dedicados: como no episódio especial de Natal da primeira temporada, em que Shirley – sendo uma cristã e adoradora de Jesus Cristo – mostra que guarda rancor e é vingativa, o que levas os outros personagens a se perguntarem: “Se ela é cristã e isso a torna uma pessoa boa, por que então ela está se vingando?”. Além disso, Shirley também mostra que uma mulher com uma idade mais avançada podem sim se enturmar com mulheres joven – e até serem melhores amigas.

Annie

Annie é a prova viva de que todos podem dar a volta por cima: ex-viciada em drogas, após passar por uma clínica de reabilitação, tornou-se a garota mais meiga e encantadora de todas. Mas, por outro lado, o roteiro da série revela que até os mais belos seres podem possuir defeitos. Annie é egoísta e manipuladora, e vemos isso mais claramente na segunda temporada. Outro personagem interessantíssimo de Community.

Britta

Britta mais serve para ser uma paródia da “mulher honesta”, que sempre tenta ser correta com tudo e todos, sem demonstrar desvios de personalidade. E isso nos leva àquele conceito de Community: nem tudo é o que sempre afirma ser – Britta sempre desliza nas suas tentativas de ser sempre correta, além de namorar um idiota como Vaughn. No mais, ela é a personagem mais desinteressante da série.

As referências de Community

Beetlejuice

Lembra daquele filme dos anos 80, Os Fantasmas se Divertem? Pois é, e lembra daquele detalhe no filme, em que você tem que falar “Beetlejuice” três vezes para o fantasma aparecer? Então, Community, uma vez por temporada, mostrou alguns dos seus personagens falando essa palvra. E, na terceira temporada, quando a palavra foi dita pela terceira vez, quem foi que apareceu? Olhe para o plano de fundo da imagem, e dêem boas risadas com essa referência GENIAL.

 

Pulp Fiction

Lembro-me até hoje quando foi anunciado que Community faria um episódio em homenagem a Pulp Fiction, e isso fez um alarde tão grande que “Pulp Fiction” ficou nos TT’s BR durante um dia. O episódio faz diversas referências ao filme, mas no final o episódio se mostrou uma enorme referência ao filme “My Dinner With Andre”. Mais uma piada, só que agora essa foi feita com os espectadores.

Community_Pulp_Fiction

As outras referências.

Temos aqui um exemplo das diversas outras referências de Community. Você pode conferir o resto clicando aqui e aqui.

O Predador // 1ª temporada, episódio 23: Modern Warfare

Community: de um modo geral.

Community é engraçado, original e único não só pelas características que já citei, mas também por sempre apostar em novos formatos, conteúdo e maneira de contar histórias e de desenvolver personagens. A cada episódio, nos divertimos novamente, pois um novo tipo de narrativa é empregado, os personagens são aprofundados e a amizade entre ele é mais detalhada. Mas, diferentemente de outras séries, Community não fica apelando para frases de efeito simples e diretas: Community MOSTRA a amizade deles melhorando, não só pela atuação magnífica por parte de todos, mas pelas situações em que eles estão vivendo naquele momento. É uma série memorável, uma das melhores de todos os tempos, junto com Lost. E, para terminar, gostaria de explicar uma coisa:

Community >>> The Big Bang Theory.

Se você assiste The Big Bang Theory e acha que naqueles caras são nerds – e que os nerds vivem daquela maneira -, você precisa assistir a Community. Seus conceitos serão reavaliados por você mesmo.

Até já, e GO GO, HUMAN BEINGS!!